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Você está aqui: Página Inicial Artigos PAPER 133 - O SETOR PESQUEIRO NO MARANHÃO - INFRA-ESTRUTURA - TRANSPORTE INTERMODAL PARTE III
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PAPER 133 - O SETOR PESQUEIRO NO MARANHÃO - INFRA-ESTRUTURA - TRANSPORTE INTERMODAL PARTE III

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O SETOR PESQUEIRO NO MARANHÃO: 
ASPECTOS DE INFRA-ESTRUTURA –  
LOGÍSTICA DE TRANSPORTE MULTIMODAL 
Parte III 
1
 
 
LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ
2
 
TITO CARVALHO TSUJI
3
 
 
 
INTRODUÇÃO 
Em trabalhos anteriores 
4
, derivados de projeto técnico elaborado para o CEFET-MA 
para  a  tomada  de  decisão  da  SETEC/MEC  para  a  implantação  de  um  Centro  de 
Referencia  de  Navegação  abordou-se:  Presença  de  Porto  Marítimo;  Importância  da 
Navegação  de  Cabotagem/Mercante;  Presença  de  Porto  Pesqueiro;  Importância  do 
Setor  Pesqueiro;  Importância  da  Construção  Naval;  Número  de  Estaleiros;  nos 
seguintes  aspectos:  na  Parte  I  –  A  pesca  no  Maranhão;  na  Parte  II,  Presença  de 
Porto Marítimo e a importância da Navegação de Cabotagem e Mercante assim como 
os  Portos  Pesqueiros;  se  discutiu  a  importância  do  Setor  Pesqueiro;  da  Construção 
Naval  em  um  estado  em  que  mais  de  um  milhão  de  pessoas  sobrevivem  da  pesca 
artesanal.  
 
Buscaram-se  informações  sobre  os  seguintes  aspectos:  de  infra-estrutura;  de 
produção;  sociais  e  de  demanda;  político-institucionais;  orçamentários;  legais; 
meteorológicos e oceanográficos.  
 
Nesta  terceira  parte,  se  apresentará  os  “Aspectos  Gerais  de  Logística  de 
Transporte Intermodal” e sua a importância para o Estado do Maranhão 
5
 
                                                 
1
  Ofício-Circular  n
o
.  38/CGPEPT/DFPEPT/SETEC/MEC,  de  12  de  junho  de  2008    -  SUPORTE  DE  TOMADA 
DE DECISÃO - CENTRO DE REFERENCIA DE NAVEGAÇÃO 
2
  Licenciado  em  Educação  Física,  Especialista  em  Lazer  e  Recreação,  Especialista  em  Metodologia  do  Ensino, 
Mestre 
em 
Ciência 
da 
Informação; 
Professor 
Especial 
DE 
do 
CEFET-MA/DCS. 
http://lattes.cnpq.br/2105898668356649 
3
 Engenheiro de Pesca; Professor de 1º. e 2º. Graus, CIhttp://lattes.cnpq.br/8215953100456207 
4
  VAZ,  Leopoldo  Gil  Dulcio;  TSUJI,  Tito  Carvalho.  O  SETOR  PESQUEIRO  NO  MARANHÃO.  Parte  I.  São 
Luís, CEFET-MA, 2008. Projeto técnico elaborado para o CEFET-MA para a tomada de decisão da SETEC/MEC 
para a implantação de um Centro de Referencia de Navegação.VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; TSUJI, Tito Carvalho. 
O  SETOR  PESQUIERO  NO  MARANHÃI.  ASPECTOS  DE  INFREA-ESTRTUTURA  –  PORTOS  DO 
MARANHÃO.  PARTE  II.  São  Luís:  CEFET-MA,  2008.  Projeto  técnico  elaborado  para  o  CEFET-MA  para  a 
tomada de decisão da SETEC/MEC para a implantação de um Centro de Referencia de Navegação. 
5
  Para  elaboração  desse  documento,  os  Autores  ouviram  as  seguintes  entidades  (entes  informantes):  Núcleo  de 
Pesquisa Aplicada a Aqüicultura e Pesca Nordeste 4 (Maranhão E Piauí) - NIPA/PESCA-CEFET-MA; SEBRAE-
MA; Secretaria de Indústria e Comercio - SINC; EMAP; IBAMA; Universidade Estadual do Maranhão- Curso de 
Engenharia  de  Pesca;  Secretaria  Especial  de  Aqüicultura  e  Pesca,  da  Presidência  da  República  -  Escritório  do 
Maranhão;  Universidade Federal do Maranhão - Departamento de Ciências Aquáticas. 
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ASPECTOS GERAIS DE LOGÍSTICA DE TRANSPORTE MULTIMODAL 
O  diversificado  sistema  viário  (rodovia,  ferrovia,  aerovia  e  marítimo  fluvial)  do 
Maranhão  enseja  a  possibilidade  de  uso  multimodal,  com  a  operacionalização  do 
Corredor Centro Norte. 
 
As  figuras  abaixo  apresentam  as  rotas  e  possibilidades  da  rede  multimodal 
para o Estado do Maranhão. 
NOVAS ROTAS DE ESCOAMENTO – CORREDORES NORTE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Belém
São Luís
Estreito
Imperatriz
Açailândia
Filadélfia
Guaraí
Carajás
Marabá
Araguatins
Conceição do 
Araguaia
Porto 
Nacional
Gurupi
Porangatu
Uruaçu
Goiânia
Brasília
Santos
São 
Paulo
Rio de Janeiro
Vitória
Belo Horizonte
Ceres
Palmas
Tucuruí
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COMPLEXO PORTUÁRIO DE SÃO LUÍS. 
A  Oeste  da  ilha  de  São  Luís,  conformado  pela  baía  de  São  Marcos,  com 
profundidades  naturais  variáveis  entre  17  a  23  metros,  estão  localizadas  e 
disponíveis  áreas  que  apresentam  melhores  condições  para  implantação  de 
novos  terminais,  onde  está  em  funcionamento  o  complexo  portuário  de  São 
Luís. 
 
Porto de Itaqui 
Administrado pela  Empresa Maranhense  de Administração Portuária – EMAP, 
situado na margem leste da baia de São Marcos, ao sul da Ponta da Madeira, 
limitado em frente pela ilha de Guarapina. 
 
Complexo Portuário da Ponta da Madeira – CVRD 
De  propriedade  da  Companhia  Vale  do  Rio  Doce,  localizado  na  margem  da 
baía  de  São  Marcos,  em  torno  da  Ponta  da  Madeira,  permite  atracação  de 
navios de até 26 metros de calado e 400.000 tpb. 
 
Porto da Alumar 
Porto  particular  instalado  fora  da  área  do  porto  organizado,  operado  pelo 
Consórcio  de  Alumínio  do  Maranhão  –  ALUMAR,  localizado  na  baía  de  São 
Marcos, a oeste da ilha de São Luís, distando 10 km ao sul do Porto do Itaqui, 
na confluência do Rio dos Cachorros com o Estreito dos Coqueiros. 
 
COMPLEXO FERROVIÁRIO 
Estrada de Ferro Carajás 
Histórico 
6
 - No dia 28 de fevereiro de 1985, era inaugurada a Estrada de Ferro 
Carajás, pertencente e diretamente operada pela Companhia Vale do Rio Doce 
(CVRD), na região Norte do país, ligando o interior ao principal porto da região, 
em São Luís. 
                                                 
6
 http://www.transportes.gov.br/bit/ferro/efc/inf-efc.htm 
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Figura – Trecho da Estrada de Ferro Carajás. 
 
 
Com  seus  892  quilômetros  de  linha  singela,  73%  de  sua  extensão  em 
linha reta e 27% em curva, de excelentes condições técnicas, a EFC é uma das 
ferrovias com melhores índices de produtividade do mundo. 
 
A  Estrada  de  Ferro  Carajás  foi  concebida para  dar  maior  produtividade 
aos trens de minério e hoje tem um dos centros de controle mais modernos do 
mundo,  que  possui  um  sistema  integrado  baseado  em  uma  rede  de 
telecomunicações por fibra ótica. A velocidade máxima durante o tráfego é de 
80  km/h  com  o  trem  vazio  e  75  km/h  com  o  trem  carregado  e  no  percurso 
existem 347 curvas. A EFC conta hoje com 5.353 vagões e 100 locomotivas. 
 
Conecta-se à Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN), Ferrovia Norte-
Sul,  Terminal  Marítimo  de  Ponta  da  Madeira  (São  Luís  - MA), Porto  de  Itaqui 
(São  Luís  -  MA),  além  de  beneficiar-se  da  integração  da  sua  malha  com  a 
estrutura de logística da Vale, que conta com mais duas ferrovias, oito portos, 
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serviços de navegação costeira e armazéns, o que possibilita a composição de 
inúmeras soluções intermodais para os clientes. 
 
Nos  seus  quase  20  anos  de  existência,  além  de  minério  de  ferro  e 
manganês, têm passado pelos seus trilhos, anualmente, cerca de 5 milhões de 
toneladas de produtos como madeira, cimento, bebidas, veículos, fertilizantes, 
combustíveis,  produtos  siderúrgicos  e  agrícolas,  com  destaque  para  a  soja 
produzida no sul do Maranhão, Piauí, Pará e Mato Grosso. 
 
A estrada de ferro Carajás tem o total de 892 km de extensão sendo que 
685 km estão em áreas no Maranhão, possui bitola larga de 1,60 m. 
 
 
2001 
2002 
2003 
2004 
2005 
Produção em TKU (em bilhões)
 
48,10 
49,29 
52,64 
63,53 
69,49 
Produção em TU (em milhões)
 
48,10 
58,91 
62,30 
73,80 
82,60 
Fonte:  Site  EFC,  atualizado  em  abril  2007,  disponível  em  ttp://www.transportes.gov.br/bit/ferro/efc/inf-
efc.htm 
 
 
 
Estrada de Ferro Norte – Sul (VALEC - Engenharia, Construções e 
Ferrovias S.A.) 
Histórico - O traçado inicial da Ferrovia Norte-Sul previa a construção de 1550 
quilômetros  de  trilhos,  cortando  os  estados  do  Maranhão,  Tocantins  e  Goiás. 
Com  a  Lei  nº.  11.297,  de  09  de  maio  de  2006,  da  Presidência  da  República, 
que incorporou o trecho Açailândia-Belém ao traçado inicialmente projetado, a 
Ferrovia Norte-Sul terá, quando concluída, 1980 quilômetros de extensão. 
 
A Ferrovia Norte-Sul foi projetada para promover a integração nacional, 
minimizando  custos  de  transporte  de  longa  distância  e interligando  as regiões 
Norte  e  Nordeste  as  Sul  e  Sudeste,  através  das  suas  conexões  com  5  mil 
quilômetros de ferrovias privadas. 
A  integração  ferroviária  das  regiões  brasileiras  será  o  grande  agente 
uniformizador  do  crescimento  auto-sustentável  do  país,  na  medida  em  que 
possibilitará  a  ocupação  econômica  e  social  do  cerrado  brasileiro;  com  uma 
área  de  aproximadamente  1,8  milhões  de  km2,  correspondendo  a  21,84%  da 
área territorial do país, onde vivem 15,51% da população brasileira; ao oferecer 
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uma  logística  adequada  à  concretização  do  potencial  de  desenvolvimento 
dessa  região,  fortalecendo  a  infra-estrutura  de  transporte  necessária  ao 
escoamento  da  sua  produção  agropecuária  e  agroindustrial.Inúmeros 
benefícios  sociais  estão  surgindo  com  a  Ferrovia  Norte-Sul.  A  articulação  de 
diferentes  ramos  de  negócios  proporcionada  por  sua  implantação  está 
contribuindo  para  o  aumento  da  renda  interna  e  para  o  aproveitamento  e 
melhor  distribuição  da  riqueza  nacional,  a  geração  de  divisas  e  abertura  de 
novas  frentes  de  trabalho,  permitindo  a  diminuição  de  desequilíbrios 
econômicos  entre  regiões  e  pessoas,  resultando  na  melhoria  significativa  da 
qualidade de vida da população da região. 
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   Figura XXX – Trecho da Estrada de Ferro Norte-Sul. 
Características 
•  Bitola larga; 
•  Interliga a E.F.Carajás em Açailândia; 
 
Em operação: 
•  Açailândia – Imperatriz: 100 km 
•  Imperatriz – Estreito: 120 km 
•  Estreito – Araguaína 
 
Em construção: 
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•  Araguaína – Palmas 
 
Em estudos: 
•  Estreito – Balsas: 240 km 
•  Estreito – Xambioá: 165 km 
 
 
Companhia Ferroviária do Nordeste - CFN 
Histórico - A Companhia Ferroviária do Nordeste obteve a concessão da Malha 
Nordeste, pertencente à Rede Ferroviária Federal S.A., no leilão realizado em 
18.07.1997. A outorga dessa concessão foi efetivada pelo Decreto Presidencial 
de 30/12/1997, publicado no Diário Oficial da União de 31/12/1997. 
A empresa iniciou a operação dos serviços públicos de transporte ferroviário 
de  cargas  em  01/01/1998.  A  visão  da  CFN  é  se  tornar  líder  em  logística  no 
Nordeste a partir de 2010, colocando em operação, em 2008, a ferrovia Nova 
Transnordestina, que ligará o cerrado do Nordeste aos portos de Suape (PE) e 
Pecém (CE) com bitola larga, tendo como principais cargas grãos, fertilizantes 
e minérios. 
 
Indicadores 
Dois  dos  principais  indicadores  de  desempenho  de  uma  ferrovia  são  TU 
(Tonelada  Útil)  transportada  e  TKU  (Tonelada  por  Kilometro Útil),  que é  a  TU 
multiplicada pela distância percorrida em quilômetros. 
 
Integra-se à malha do Nordeste brasileiro – São Luís – Recife. 
 
No Maranhão: São Luís - Timon 450 km 
 
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Figura – Trecho da Estrada de Ferro da Companhia Ferroviária do Nordeste – CFN. 
 
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HIDROVIAS 
 
Características Locais: 
 
•  Topografia plana com baixos relevos; 
•  Marés com até 7 m de amplitude; 
•  Chuvas Abundantes e distribuídas. 
 
Grandes Bacias Hidrográficas 
 
•  Bacia do Rio Mearim - (966 km) 110.936 km2 
•  Bacia do Rio Itapecuru - (1090 km) 52.700 km2 
 
Principais Rios 
 
•  Rio Itapecuru (1.090 km) 
•  Rio Mearim (966 km) 
•  Rio Grajaú (690 km) 
•  Rio Pindaré (468 km) 
 
Hidrovia do Parnaíba 
 
Características físicas 
 
•  Extensão navegável: 1.176 km 
•  Largura média: 300 a 350 m  
•  Declividade média: 20 cm/km 
 
Regime hidrológico 
 
•  Período de águas baixas: Agosto/Dezembro 
•  Período de águas altas: Janeiro/Julho 
 
Gabarito proposto pelo pnvni/89: 
 
•  III  da  Foz/Guadalupe  até  Floriano  e  IV  de  Guadalupe  até  Santa 
Filomena. 
 
Navegabilidade 
 
•  Sistema de sinalização/balizamento: Inexistente 
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Restrições à navegação:  
•  Ponte rodoferroviária com tirante de ar reduzido;  
•  Trechos  com  pequenas  profundidades  devido  aos  depósitos  aluvionais 
denominados secos ou razeiros;  
•  Existência  de  inúmeras  corredeiras  e  pequenos  afloramentos  rochosos, 
no trecho a montante da barragem de Boa Esperança;  
•  Barragem  de  Boa  Esperança,  com  as  obras  do  sistema  de  eclusas 
paralisadas. 
 
Comboio-tipo:  
Interferências e multimodalidade 
 
Corredor de Transporte abrangendo a Hidrovia:  
Programas regionais de transporte, com a integração à BR-235/PI, trecho Alto 
Parnaíba - Bom Jesus, e a construção de terminal de grãos em Santa Filomena 
e Teresina. 
 
Principais entroncamentos intermodais: Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Alto Parnaíba - MA PK: 1.240 
2. Uruçui - PI PK: 883 
3. Benedito Leite - MA PK: 883 
4. Teresina - PI PK: 417 
5. Parnaíba - PI PK: 16 
 
Cidades ribeirinhas: Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Alto Parnaíba - MA PK: 1.240 
2. Santa Filomena - PI PK: 1.240 
3. Ribeiro Gonçalves - MA PK: 973 
4. Uruçui - PI PK: 883 
5. Floriano - PI PK: 668 
6. Teresina - PI PK: 417 
7. Parnaíba - PI PK: 016 
 
Portos e Terminais: Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Alto Parnaíba - MA PK: 1.240 
2. Santa Filomena - PI PK: 1.240 
3. Floriano - PI PK: 668 
4. Teresina - PI PK: 417 
5. Timon - MA PK: 417 
6. Parnaíba - PI PK: 16 
 
Travessias no Rio Parnaíba: Pontos quilométricos (PK´s) 
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1. Santa Filomena Alto Parnaíba PK 1.240 
Município: Santa Filomena - PI Município: Alto Parnaíba - MA 
2. Ribeiro Gonçalves Ribeiro Gonçalves PK 973 
Município: Ribeiro Gonçalves - MA Município: Ribeiro Gonçalves – MA 
3. Benedito Leite Urucui PK 883 
Município: Benedito Leite - MA Município: Urucui – PI 
4. S. F. do Maranhão Amarante PK 593 
Município: S. F. do Maranhão - MA Município: Amarante – PI 
5. Ribeirão Azul Penedo PK 546 
Município: S. F. do Maranhão - MA Município: Palmeirais – PI 
6. Parnarama Barreiros PK 507 
Município: Parnarama - MA Município: Palmeirais – PI 
7. Caititus Palmeirais PK 508 
Município: Parnarama - MA Município: Palmeirais – PI 
8. Caxias Novo Nilo PK 
Município: Caxias - MA Município: União – PI 
9. Duque Bacelar Chibança PK 285 
Município: Duque Bacelar - MA Município: Miguel Alves – PI 
10. Duque Bacelar Chibança PK 285 
Município: Duque Bacelar - MA Município: Miguel Alves – PI 
11. Porto Formoso Luzilândia PK 145 
Município: São Bernardo - MA Município: Luzilândia - PI 
 
Outras obras (pontes, eclusas, etc): Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Ribeiro Gonçalves - MA (Ponte Rodoviária) PK: 983 
2. Floriano - PI / Barão de Grajaú (Ponte Rodoviária) PK: 668,7 
3. Teresina - PI / Timon - MA (Ponte Rodoviária) PK: 422,6 
4. Teresina - PI / Timon - MA (Ponte Rodoferroviária) PK: 421 
5. Jandira - PI (Ponte Rodoviária) PK: 52 
6. Parnaíba - PI (Ponte Rodoviária) PK: 16  
 
Hidrovia do Itapecurú 
 
Características físicas 
 
•  Extensão navegável: 610 Km; 
•  Largura média: 65 m; 
•  Declividade média: 39 cm/Km 
 
Regime hidrológico 
 
•  Período de águas baixas: Agosto/Novembro 
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•  Período de águas altas: Dezembro/Julho 
•  Gabarito proposto pelo PNVNI/89: IV e V 
 
Navegabilidade 
 
Sistema de sinalização/balizamento: Inexistente 
 
Restrições à navegação:  
Pontes  Rodoviária  e  Ferroviária  com  "tirante  de  ar"  reduzido.  Trechos  com 
pequenas profundidades devido aos depósitos aluvionais denominados "secos 
ou  razeiros",  no  trecho  entre  as  cidades  de  Itapecuru-Mirim  e  Caxias; 
Existência de inúmeras "corredeiras" no trecho a montante de Caxias, e alguns 
pequenos  "afloramentos  rochosos"  no  trecho  entre  as  cidades  de  Coroatá  e 
Caxias. 
 
Comboio-tipo:  
Interferências e multimodalidade 
 
Corredor de Transporte abrangendo a Hidrovia: 
 
Principais entroncamentos intermodais: Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Caxias PK: 360 
2. Codó PK: 279 
3. Itapecuru-Mirim PK: 120 
4. Rosário PK: 35 
 
Cidades ribeirinhas: Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Caxias PK: 360 
2. Codó PK: 279 
 
Portos e Terminais: Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Caxias PK: 360 
2. Codó PK: 279 
3. Itapecuru-Mirim PK: 120 
4. Rosário PK: 35 
 
Travessias no rio Itapecurú: Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Provisória Trizidela PK: 156 
Município: Pirapemas (MA) Município: Pirapemas (MA) 
2. Cantanhede Trizidela PK: 156 
Município: Cantanhede (MA) Município: Pirapemas (MA) 
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Travessias por balsas guiadas por cabos de aço 
 
Outras obras (pontes, eclusas, etc): Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Colinas (Ponte Rodoviária BR-135) PK: 560 
2. Caxias (Ponte Rodoviária BR-316 - Contorno) PK: 361 
3. Caxias (Ponte Rodoviária - Centro) PK: 360 
4. Caxias (Ponte Ferroviária - Rede Nordeste) PK: 360 
5. Caxias (Ponte Rodoviária - Centro) PK: 360 
6. Codó (Ponte Rodoviária MA-026) PK: 279 
7. Timbiras (Ponte Rodoviária - Centro) PK: 252 
8. Coroatá (Ponte Rodoviária MAs -122/235/020) PK: 214 
9. Itapecuru Mirim (Ponte Rodoviária BR-222) PK: 120 
10. Rosário (Ponte Rodoviária BR-402 / MA-110) PK: 35  
 
Outras informações julgadas importantes 
O  rio  Itapecuru,  além  de  abastecer  com  água  potável  todas  as  cidades 
ribeirinhas  e  ainda  outras  cidades  localizadas  na  área  de  influência  de  sua 
bacia, abastece através do Sistema Italuis, parte da Cidade de São Luís e seu 
Distrito Industrial. É utilizado, ao longo do seu curso, para o abastecimento de 
indústrias  implantadas  nas  proximidades  do  seu  curso,  servindo  também,  na 
captação  de  água  para  irrigação  de  projetos  agropecuários,  localizados  nas 
suas margens. 
 
Hidrovia do Mearim 
 
Características físicas 
 
•  Extensão navegável: 646 km 
•  Largura média: 80 m 
•  Declividade média: 9 cm/km 
 
Regime hidrológico 
 
•  Período de águas baixas: Agosto/Janeiro 
•  Período de águas altas: Agosto/Janeiro 
•  Gabarito proposto pelo PNVNI/89: III 
 
Navegabilidade 
background image
Sistema de sinalização/balizamento: Existe sistema de sinalização por meio de 
placas de margens, para orientação do canal navegável em passagens criticas 
(razeiros),  juntamente  com  os  serviços  de  construção  de  espigões  e/ou  guias 
corrente. 
 
Restrições à navegação:  
Trechos com baixas profundidades nos períodos de estiagem. Níveis de águas 
baixas  nas  horas  de  maré  baixa  e  perturbações  de  correntes  pela 
impetuosidade  das  marés  próximo  a  foz,  além  de  sinuosidade  em  diversos 
trechos. Pontes Rodoviária e Ferroviária com tirantes de ar reduzido. Existência 
de  inúmeras  corredeiras  no  trecho  a  jusante  de  Barra  do  Corda  e  alguns 
trechos  com  depósitos  aluvionais  tornam  muito  difícil  a  navegação. 
Profundidades da ordem de 0,80 metros em águas baixas. 
 
Comboio-tipo:  
Interferências e multimodalidade 
 
Corredor de Transporte abrangido pela Hidrovia: 
 
Principais entroncamentos intermodais: Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Barra do Corda PK: 645 
2. Esperantinópolis PK: 479 
3. Pedreiras PK: 404 
4. São Luís Gonzaga PK: 348 
5. Bacabal PK: 307 
6. Vitória do Mearim PK: 98 
7. Arari PK: 80 
 
Cidades ribeirinhas: Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Barra do Corda PK: 645 
2. Esperantinópolis PK: 479 
3. Pedreiras / Trizidela do Vale PK: 404 
4. São Luís Gonzaga PK: 348 
5. Bacabal PK: 307 
6. Vitória do Mearim PK: 98 
7. Arari PK: 80 
 
Portos e Terminais: Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Barra do Corda PK: 645 
2. Pedreiras PK: 404 
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3. São Luís Gonzaga PK: 348 
4. Bacabal PK: 307 
6. Vitória do Mearim PK: 98 
 
Travessias: Pontos quilométricos (PK´s) 
 
Outras obras (pontes, eclusas, etc): Pontos quilométricos (PK´s) 
1. Ubatuba (Ponte Ferroviária) PK: 121 
2. Pedreiras (Ponte Rodoviária MA-122) PK: 404 
3. São Luís Gonzaga (Ponte Rodoviária MA-247) PK: 348 
4. Bacabal (Ponte Rodoviária BR-316) PK: 307 
5.Arari (Ponte Rodoviária BR-222) PK: 82 
 
Outras informações julgadas importantes 
A navegação praticada na Hidrovia do Mearim, também é composta pelos seus 
afluentes Grajaú e Pindaré, sendo este último a ligação natural com a Baixada 
Ocidental  Maranhense.  O  rio  Mearim  abastece  com  água  potável  todas  as 
cidades ribeirinhas e ainda outras cidades localizadas na área de influência de 
sua bacia. É utilizado, também, para o abastecimento de indústrias implantadas 
nas  proximidades  do  seu  curso,  servindo  ainda,  na  captação  de  água  para 
irrigação de projetos agropecuários localizados em suas margens.  
 
Hidrovia do Pindaré 
 
Características físicas 
 
•  Extensão navegável: 456 km 
•  Largura média: 40 m 
•  Declividade média: 19,5 cm/km 
 
Regime hidrológico 
 
•  Período de águas baixas: Agosto/Janeiro 
•  Período de águas altas: Fevereiro/Junho 
•  Gabarito proposto pelo PNVNI/89: III, IV e V 
 
Navegabilidade 
Sistema  de  sinalização/balizamento:  Existe  sistema  de  sinalização  através 
implantação  de  placas  de  margens,  para  orientação  do  canal  navegável  em 
background image
alguns  pontos  de  passagem  criticas  (razeiros),  implantados  pela  AHINOR, 
juntamente com os serviços de construção de espigões e/ou guias corrente. 
 
Restrições à navegação:  
Ponte rodoviária na BR-316, localizada no km 218, nas proximidades da cidade 
de Santa Inês, construída pelo Batalhão de Engenharia e Construções - BEC, e 
com tirante de ar bastante reduzido. Trechos com baixas profundidades devido 
aos depósitos aluvionais denominados secos ou razeiros, no trecho a montante 
da cidade de Pindaré-Mirim, além da sinuosidade em vários trechos. Existência 
de  uma  pequena  corredeira,  aproximadamente  no  km  331,  no  trecho  a 
montante da foz do rio Caru. 
 
Comboio-tipo:  
interferências e multimodalidade 
 
Corredor de Transporte abrangendo a Hidrovia: 
 
Principais entroncamentos intermodais: Pontos quilométricos (PKs) 
1. Alto Alegre do Pindaré PK: 294 
2. Porto Santa Luz PK: 259 
3. Pindaré-Mirim PK: 178 
4. Monção PK: 136 
 
Cidades ribeirinhas: Pontos quilométricos (PKs) 
1. Alto Alegre do Pindaré PK: 294 
2. Pindaré-Mirim PK: 178 
3. Monção PK: 136 
 
Portos e Terminais: Pontos quilométricos (PKs) 
 
1. Pindaré-Mirim PK: 178 
2. Monção PK: 136 
 
Travessias: Pontos quilométricos (PKs) 
 
Outras obras (pontes, eclusas, etc): Pontos quilométricos (PKs) 
1. Pindaré-Mirim (Ponte Rodoviária BR-316) PK: 218 
2. Monção (Ponte Rodoviária MA-330) PK: 136 
3. Viana (Ponte Rodoviária MA-014) PK: 35  
 
Outras informações julgadas importantes 
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A navegação praticada na Hidrovia do Pindaré, também é composta pelos seus 
afluentes  Caru  e  Maracu,  sendo  este  último  a  ligação  natural  com  a  Baixada 
Ocidental  Maranhense.  O  rio  Pindaré  abastece  com  água  potável  todas  as 
cidades  ribeirinhas  e  outras  cidades  localizadas  na  área  de  influência  de  sua 
bacia.  É  utilizado  também,  ao  longo  do  seu  curso  para  o  abastecimento  de 
indústrias  implantadas  nas  proximidades  do  seu  curso,  servindo  ainda,  à 
captação  de  água  para  irrigação  de  projetos  agropecuários  localizados  nas 
suas margens. 
 
Hidrovia Tocantins – Araguaia 
A  hidrovia  interior  em  tela  está  sendo  preparada  para  ser  navegada  nos 
seguintes trechos: 
•  No  rio  das  Mortes  (afluente  da  margem  esquerda  do  Araguaia), 
desde a cidade mato-grossense de Nova Xavantina até a confluência 
desse rio com o Araguaia, numa extensão de 580 km; 
•  No  rio  Araguaia,  desde  a  cidade  goiana  de  Aruanã  até  a  cidade 
tocantinense de Xambioá, numa extensão de 1230 km; 
•  No  rio  Tocantins,  desde  a  cidade  tocantinense  de  Miracema  do 
Tocantins  até  porto  a  ser  construído  no  Município  maranhense  de 
Porto  Franco,  um  pouco  a  montante  da  sede  do  município,  numa 
extensão aproximada de 440 km. 
 
 
A  embarcação  tipo  para  a  qual  a  hidrovia  vem  sendo  preparado  é  um 
comboio de empurra composto de quatro chatas e um empurrador. 
 
Esse comboio tem 108,00 m de comprimento, 16 m de boca (largura) e 
cala 1,5 m no máximo em águas mínimas. 
 
A navegação no Tocantins poderá ser levada até a cidade tocantinense 
de Peixe, a montante do trecho acima citado, desde que a barragem da Usina 
Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães, que está sendo construída na localidade 
denominada  Lajeado,  entre  as  cidades  de  Palmas  e  Miracema  do  Tocantins, 
seja dotada de eclusa de navegação. 
 
Tal  aproveitamento  hidrelétrico  foi  outorgado  a  particulares  sem  a 
obrigação  deles  construírem  a  mencionada  eclusa,  mas  o  Ministério  dos 
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Transportes está fazendo as gestões necessárias, junto ao Ministério de Minas 
e  Energia,  no  sentido de que  as obras de transposição  hidroviária da referida 
barragem sejam projetadas e construídas. 
 
O melhoramento das condições de navegação, a manutenção da via ou 
mesmo  a  implantação  da  Hidrovia  do  Tocantins  -  Araguaia,  enfim  todas  as 
ações  que  se  referem  à  infra-estrutura  da  via  navegável  são  encargos  da 
Administração  das  Hidrovias  da  Amazônia  Ocidental  -  AHITAR,  órgão  da 
sociedade de economia mista federal vinculada ao Ministério dos Transportes, 
Companhia Docas do Pará - CDP. A AHITAR situa-se em Goiânia - GO. 
 
O rio Tocantins, a jusante da Barragem de Tucuruí, no Estado do Pará, 
no  trecho  que  se  estende  desde  o  sopé  da  citada  barragem  até  a  sua  foz, 
numa extensão de 250 km, é navegado por classe de embarcação diferente, de 
maior porte. 
 
Esse  trecho  inferior  do  rio  Tocantins  tem  o  melhoramento  de  suas 
condições  de  navegação,  a  sua  manutenção  ou  mesmo  sua  implantação,  no 
que  tange  ao  transporte  hidroviário  interior,  enfim  todas  as  ações  que  se 
referem à infra-estrutura da via navegável são encargos da Administração das 
Hidrovias  da  Amazônia  Oriental  -  AHIMOR,  órgão  da  sociedade  de  economia 
mista  federal  vinculada  ao  Ministério  dos  Transportes,  Companhia  Docas  do 
Pará - CDP. A AHITAR situa-se em Belém - PA. 
 
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REFERÊNCIAS BUBLIOGRÁFICAS 
 
A  PESCA  NO  MARANHÃO.  in  PECNORDESTE,  23  a  28  de  junho  de  2008, 
Fortaleza- 
Ceará, 
 
disponível 
em 
www.pecnordeste.com.br/.../AQUICULTURA%20E%20PESCA/A%20PESCA%
20NO%20ESTADO%20DO%20MARANHÃO.pdf , capturado em 27/07/2008;  
 
ALMEIDA,  Zafira  da  Silva  de;  FERREIRA,  Dayanne  Suele  Chaves;  NAHUM, 
Victoria Judith Isaac. CLASSIFICAÇÃO E EVOLUÇÃO DAS EMBARCAÇÕES 
MARANHENSES.  In  BOLETIM  DO  LABORATÓRIO  DE  HIDROBIOLOGIA, 
19:31-40. 2006;  
 
ASSIMP - SESH - Governo do Estado do Maranhão, 28/05/2005, capturado em 
26/07/2008. 
 
BARROS JÚNIOR, Feliciano. Informações prestadas aos autores. Navegações 
Pericumã, 2008 
 
BERNARDI, 
Cristina 
Costa. 
CONFLITOS 
SÓCIO-AMBIENTAIS 
DECORRENTES DA BUBALINOCULTURA EM TERRITÓRIOS PESQUEIROS 
ARTESANAIS:  O  CASO  OLINDA  NOVA  DO  MARANHÃO..  Dissertação  de 
Mestrado.  UCB,  2005.  Programa  de  Pós-Graduação  “Stricto  Sensu”  em 
Planejamento 
Gestão 
Ambiental, 
p. 
87, 
disponível 
em  
http://www.iica.org.br/Docs/PublicaçoesIICA_ConflitosSociaisAmbientais.pdf, 
capturado em 27/07/2008;  
 
BOLETIM DO LABORATÓRIO DE HIDROBIOLOGIA, 19:31-40. 2006;  
 
COQUEIRO,  Ivaldo.  Informações  prestadas  por  Sr.    Ivaldo  Coqueiro 
coqueiro@seap.gov.br
    ao  Secretário  Adjunto  de  Industria  e  Comércio 
Fernando Duailibe Mendonça, via correio eletrônico, em 15 de julho de 2008  
D.O. ANO CII Nº 071 SÃO LUÍS, SEXTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2008 
 
ESTADO DO MARANHÃO. Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão – 
SEPLAN.  GT  –  PESCA  E  AQUACULTURA.  RELATÓRIO  TÉCNICO  FINAL. 
São Luís: GEPLAN, novembro de 2007. GT – Grupo de Trabalho de Pesca e 
Aqüicultura, instituído no âmbito da Secretaria de Estado do Planejamento  
 
CEFET-MA/COPLAN. CEFET-MA/IFET-MA. PROPOSTA DE CONSTITUIÇÃO. 
São Luís, 2008 
 
ESTADO DO MARANHÃO. Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão – 
SEPLAN.  GT  –  PESCA  E  AQUACULTURA.  RELATÓRIO  TÉCNICO  FINAL. 
São Luís: GEPLAN, novembro de 2007. GT – Grupo de Trabalho de Pesca e 
Aqüicultura,  instituído  no  âmbito  da  Secretaria  de  Estado  do  Planejamento  e 
Orçamento, pelo Decreto nº 22.063, de 02 de maio de 2007 
 
background image
IABS/SEBRAE. PROJETO DE FORTALECIMENTO DO SETOR PESQUEIRO 
E  AQUÍCOLA  MARANHENSE,  documento  produzido  pelo  Instituto  Ambiental 
Brasil Sustentável – IABS – para o SEBRAE-MA, 2008;  
 
INSTITUTO  BRASILEIRO  DO  MEIO  AMBIENTE  E  DOS  RECURSOS 
NATURAIS  RENOVÁVEIS.  Boletim Estatístico da Pesca Marítima e Estuarina 
do  Nordeste  do  Brasil  -  2003,  Brasília,  DF:  Ministério  do  Meio  Ambiente, 
IBAMA,  CEPENE,  2004,  191p.  In  ALMEIDA;  FERREIRA;  NAHUM, 
CLASSIFICAÇÃO  E  EVOLUÇÃO  DAS  EMBARCAÇÕES  MARANHENSES.  In 
BOLETIM DO LABORATÓRIO DE HIDROBIOLOGIA, 19:31-40. 2006;  
 
MARANHAO.  ASPECTOS  DO  PLANEJAMENTO  ESTADUAL.  São  Luís: 
SEPLAN. [http://www.ma.gov.br/governo/desenvolvimento_p.htm]. Mai, 1999. 
 
PESCA  E  AQÜICULTURA:  EMBRAPA  TENTA  REDUZIR  PERDAS  NA 
CAPTURA 
DE 
CARANGUEJOS. 
Disponível 
em 
http://www.iea.sp.gov.br/out/verTexto.php?codTexto=5518, 
capturado 
em 
27/07/2008;  
 
PESSOA  NETO,  Wenceslau  Almada;  GUIMARÃES,  Luzia  Lima. 
DIAGNÓSTICO DA PESCA ARTESANAL DO ESTADO DO MARANHÃO: UM 
ESTUDO  SOBRE  ARRANJOS  PRODUTIVOS  LOCAIS  -  (Universidade 
Estadual  do  Maranhão)  -  ANAIS  DA  58ª  REUNIÃO  ANUAL  DA  SBPC  - 
Florianópolis, SC - Julho/2006; 
 
STRIDE,  R.  K.  1992.  Diagnóstico  da  pesca  Artesanal  Marinha  do  Estado  do 
Maranhão. São Luís: CORSUP/EDUFMA, v. 2, 205 p;  
 
VAZ,  Leopoldo  Gil  Dulcio;  e  Outros.  CURSOS  DE  EXTENSÃO:  PROPOSTA 
DE  CURSOS  DE  FORMAÇÃO  BÁSICA  NAS  ÁREAS  DE  EDUCAÇÃO  DE 
JOVENS  E ADULTOS E RECURSOS PESQUEIROS. Acordo de Cooperação 
Técnica SEAP e MEC/SETEC. Plano de Valorização do Profissional da Pesca 
da Lagosta. São Luís: CEFET-MA/DEN/DCS, 2007; 
 
Sítios da Internet. 
 
http://www.portalbrasil.net/estados_ma.htm  
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&rlz=1T4ADBS_pt-
BRBR260BR262&q=carta+nautica+%2B+porto+do+itaqui&btnG=Pesquisar&m
eta= 
http://www.mda.gov.br/portal/index/show/index/cod/1867/codInterno/17550 
http://web3.cefetcampos.br/aquicultura/noticias/nordeste-04-e-criado-no-
maranhao 
http://www.portodoitaqui.ma.gov.br/galeria.asp 
ttp://www.transportes.gov.br/bit/ferro/efc/inf-efc.htm 
 
 
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