Acesse o Portal do Governo Brasileiro
Ferramentas Pessoais
Você está aqui: Página Inicial Artigos PAPER 136 - O SETOR PESQUEIRO DO MARANHÃO - ASPECTOS METEROLOGICOS E OCEANOGRAFICOS - PARTE VI
Navegação
« Dezembro 2017 »
Dezembro
SeTeQuQuSeSaDo
123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

discurssao

 

PAPER 136 - O SETOR PESQUEIRO DO MARANHÃO - ASPECTOS METEROLOGICOS E OCEANOGRAFICOS - PARTE VI

Clique aqui para obter o arquivo

Tamanho 370.7 kB - File type application/pdf
Tela cheia

Conteúdo do arquivo

background image
O SETOR PESQUEIRO NO MARANHÃO: 
ASPECTOS METEREOGÓGICOS E OCEANOGRÁFICOS 
Parte VI
1
 
 
LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ
2
 
TITO CARVALHO TSUJI
3
 
 
 
INTRODUÇÃO 
Em trabalhos anteriores 
4
, derivados de projeto técnico elaborado para o CEFET-MA 
para  a  tomada  de  decisão  da  SETEC/MEC  para  a  implantação  de  um  Centro  de 
Referencia  de  Navegação  abordou-se:  Presença  de  Porto  Marítimo;  Importância  da 
Navegação  de  Cabotagem/Mercante;  Presença  de  Porto  Pesqueiro;  Importância  do 
Setor  Pesqueiro;  Importância  da  Construção  Naval;  Número  de  Estaleiros;  nos 
seguintes  aspectos:  na  Parte  I  –  A  pesca  no  Maranhão;  na  Parte  II,  Presença  de 
Porto Marítimo e a importância da Navegação de Cabotagem e Mercante assim como 
os  Portos  Pesqueiros;  se  discutiu  a  importância  do  Setor  Pesqueiro;  da  Construção 
                                                 
1
  Ofício-Circular  n
o
. 38/CGPEPT/DFPEPT/SETEC/MEC, de 12 de  junho  de 2008   - SUPORTE DE TOMADA 
DE DECISÃO - CENTRO DE REFERENCIA DE NAVEGAÇÃO 
2
  Licenciado  em  Educação  Física,  Especialista  em  Lazer  e  Recreação,  Especialista  em  Metodologia  do  Ensino, 
Mestre 
em 
Ciência 
da 
Informação; 
Professor 
Especial 
DE 
do 
CEFET-MA/DCS. 
http://lattes.cnpq.br/2105898668356649
 
3
 Engenheiro de Pesca; Professor de 1º. e 2º. Graus, CI
http://lattes.cnpq.br/8215953100456207
 
 
4
  VAZ,  Leopoldo  Gil  Dulcio;  TSUJI,  Tito  Carvalho.  O  SETOR  PESQUEIRO  NO  MARANHÃO.  Parte  I.  São 
Luís, CEFET-MA, 2008. Projeto técnico elaborado para o CEFET-MA para a tomada de decisão da SETEC/MEC 
para a implantação de um Centro de Referencia de Navegação. 
VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; TSUJI, Tito Carvalho. O SETOR PESQUIERO NO MARANHÃO. ASPECTOS DE 
INFREA-ESTRTUTURA  –  PARTE  II.    PORTOS  DO  MARANHÃO.  São  Luís:  CEFET-MA,  2008.  Projeto 
técnico elaborado para o CEFET-MA para a tomada de decisão da SETEC/MEC para a implantação de um Centro 
de Referencia de Navegação. 
VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; TSUJI, Tito Carvalho. O SETOR PESQUIERO NO MARANHÃO. ASPECTOS DE 
INFREA-ESTRTUTURA – PARTE III - TRANSPORTE INTERMODAL. São Luís: CEFET-MA, 2008. Projeto 
técnico elaborado para o CEFET-MA para a tomada de decisão da SETEC/MEC para a implantação de um Centro 
de Referencia de Navegação. 
VAZ,  Leopoldo  Gil  Dulcio;  TSUJI,  Tito  Carvalho.  O  SETOR  PESQUIERO  NO  MARANHÃO.  ASPECTOS 
SOCIAIS DE DEMANDA. PARTE IV. São Luís: CEFET-MA, 2008. Projeto técnico elaborado para o CEFET-
MA para a tomada de decisão da SETEC/MEC para a implantação de um Centro de Referencia de Navegação. 
VAZ,  Leopoldo  Gil  Dulcio;  TSUJI,  Tito  Carvalho.  O  SETOR  PESQUIERO  NO  MARANHÃO.  ASPECTOS 
POLÍTICOS  INSTITUCIONAIS.  PARTE  V.  São  Luís:  CEFET-MA,  2008.  Projeto  técnico  elaborado  para  o 
CEFET-MA  para  a  tomada  de  decisão  da  SETEC/MEC  para  a  implantação  de  um  Centro  de  Referencia  de 
Navegação. 
background image
Naval  em  um  estado  em  que  mais  de  um  milhão  de  pessoas  sobrevivem  da  pesca 
artesanal.  
 
Buscaram-se  informações  sobre  os  seguintes  aspectos:  de  infra-estrutura;  de 
produção;  sociais  e  de  demanda;  político-institucionais;  orçamentários;  legais; 
meteorológicos e oceanográficos.  
 
Nesta quinta parte, se apresentará os  
ASPECTOS METEREOGÓGICOS E OCEANOGRÁFICOS 
CONDIÇÃO DE NAVEGABILIDADE 
O  Porto  do  Itaqui  está  localizado  no  interior  da  Baía  de  São  Marcos  e  seu  acesso 
hidroviário não conta com a formação de barra. O canal acesso possui profundidade 
natural mínima de 27 metros e largura aproximada de 1,8 Km. 
 
A bacia de evolução do Porto do Itaqui, se situa entre o Terminal da Ponta da 
Madeira a leste, o paralelo 02º 34’ 05” a sul e as bóias nº 23 e 25 a oeste, variando a 
profundidade entre 23 metros e 35 metros em relação ao nível de redução do DHN, 
sendo  a  largura  da  bacia  de  0,8  milhas  e  o  comprimento  de  cerca  de  2  milhas.  As 
condições  de  navegabilidade  são  boas  (na  faixa  de  180º)  em  razão  das 
profundidades  (-27m)  naturais  de  acesso  serem  elevadas  e  a  largura  do  canal 
(1.800m). 
 
Após  vencer  os  pares  de  bóias  de  número  19  a  24,  onde  direciona-se  o 
governo  das  embarcações  para  o  farol  da  Ilha  do  Medo  aos  139º e  na  distância  de 
1,7  milha  têm-se  o  acesso  ao  Porto.  Neste  ponto,  guina-se  para  o  rumo  180º, 
mantendo-se até chegar cerca de 3 milhas do farol da Ilha do Medo, onde o prático 
assume o controle. O sentido da corrente determina, na altura da ilha de Guarapirá, 
as alternativas de acesso ao Porto, sendo elas: 
a)  Acesso  pelo  norte  da  Ilha  de  Guarapirá  -  utilizado  por  ocasião  da  maré 
vazante; e,  
b)  Acesso  pelo  sul  da  Ilha  de  Guarapirá  -  utilizado  por  ocasião  da  maré  de 
enchente.  
 
CALADO 
A bacia de evolução do Porto do Itaqui se estende da Ponta da Madeira até cerca de 
1,5 km ao sul do cais, contando com profundidade em torno de 23m, em relação ao 
nível de redução do DHN. Os obstáculos à navegação de natureza ambiental na área 
background image
do  Porto  são  a  força  d’água  conseqüente  da  grande  variação  de  maré, 
principalmente,  na  maré  de  sizígia  e  no  período  de  vazante.  Os  obstáculos  de 
natureza física são os apresentados nas Cartas Náuticas 410, 411, 412 e 413. 
Fora da área do Porto Organizado do Itaqui, existem oito áreas de fundeio, cujas 
coordenadas geográficas abaixo se indicam, e que possuem as seguintes finalidades: 
 
•  Área 1 é destinada a navios maiores que 80.000 TPB e calado superior a 11m. 
•  Área  2  é  destinada  a  navios  com  calado  superior  a  20m.  Atenção  aos 
navegantes, possível existência de cabos submarinos no setor oeste da área. 
•  Área  3  é  destinada  a  navios  com  calado  superior  a  20m.  Atenção  ao 
navegante, possível existência de cabos submarinos no setor oeste da área. 
•  Área 4 é destinada a navios com TPB menor que 80.000 ou calado até 11m. 
•  Área 5 é destinada a navios com TPB menor que 80.000 ou calado até 11m. 
•  Área 6 é destinada a navios com TPB menor que 80.000 ou calado até 11m. 
•  Área  7  é  destinada  a  navios  com  TPB  até  80.000  e  calado  menor  que  11m. 
Fundeio somente com autorização da Capitania dos Portos. 
•  Área  8  é  sujeita  a  autorização  da  Capitania  dos  Portos  e  pode  ser  utilizada 
para carga e descarga de combustíveis. 
 
ÁREAS DE FUNDEIO 
ÁREA 
PONTO 1 
PONTO 2 
PONTO 3 
PONTO 4 
01º 58’ .50 S 
01º 55’ .50 S 
01º 49’ .20 S 
01º 51’ .80 S 
44º 07’ .00 W 
44º 09’ .00 W 
43º 58’ .40 W 
43º 58’ .40 W 
02º 02’ .90 S 
02º 05’ .40 S 
02º 06’ .00 S 
02º 04’ .40 S 
44º 03’ .40 W 
44º 03’ .40 W 
44º 07’ .20 W 
44º 06’ .10 W 
02º 08’ .30 S 
02º 10’ .90 S 
02º 12’ .10 S 
02º 12’ .10 S 
44º 08’ .70 W 
44º 09’ .00 W 
44º 10’ .00 W 
44º 11’ .00 W 
02º 19’ .20 S 
02º 21’ .40 S 
02º 24’ .40 S 
02º 21’ .80 S 
44º 12’ .20 W 
44º 09’ .80 W 
44º 12’ .80 W 
44º 14’ .60 W 
02º 22’ .20 S 
02º 25’ .00 S 
02º 24’ .40 S 
02º 22’ .10 S 
44º 20’ .30 W 
44º 21’ .30 W 
44º 02’ .20 W 
44º 20’ .40 W 
02º 24’ .10 S 
02º 26’ .70 S 
02º 27’ .40 S 
02º 26’ .80 S 
44º 17’ .70 W 
44º 15’ .80 W 
44º 17’ .20 W 
44º 19’ .40 W 
02º 33’ .60 S 
02º 34’ .00 S 
02º 35’ .50 S 
02º 34’ .80 S 
44º 25’ .00 W 
44º 23’ .60 W 
44º 24’ .30 W 
44º 25’ .70 W 
02º 35’ .44 S 
02º 34’ .80 S 
02º 35’ .50 S 
02º 36’ .80 S 
44º 26’ .00 W 
44º 25’ .70 W 
44º 24’ .30 W 
44º 24’ .80 W 
 
 
 
background image
ONDAS 
 
VENTOS 
Os valores  da  velocidade  do  vento  são praticamente constantes durante todo o ano 
(variam entre 6,0 e 7,8 nós), apresentando um valor médio anual de 6,93 nós, sendo 
mais intenso no segundo semestre, especialmente Outubro e Novembro. 
 
Os  ventos  dos  setores  Nordeste  e  Leste  são  dominantes,  e  têm  uma 
freqüência  de  respectivamente  46%  e  10%  dos  registros;  26,5%  dos  registros 
mostram que há calmaria, principalmente no primeiro semestre. 
 
O  quadro  a  seguir,  mostra  a  freqüência  média  mensal  da  intensidade  e  da 
direção dos ventos no Porto do Itaqui, no período de 1990 a 2000:  
 
FREQUÊNCIA DOS VENTOS EM ITAQUI (em %) 
MESES 
NE 
SE 
VARIÁVEL OU 
NÃO OBS. 
CALMARIA 
INTENSIDADE MÉDIA DOS 
VENTOS DOMINANTES (NÓS) 
Janeiro 
46 
29 
7,2 
Fevereiro 
32 
15 
34 
7,0 
Março 
32 
41 
6,8 
Abril 
10 
28 
42 
6,4 
Maio 
32 
11 
39 
6,0 
Junho 
35 
12 
10 
31 
6,2 
Julho 
43 
14 
27 
6,4 
Agosto 
55 
12 
20 
7,0 
Setembro 
63 
10 
10 
12 
7,5 
Outubro 
65 
10 
11 
7,8 
Novembro 
63 
10 
14 
7,6 
Dezembro 
59 
18 
7,2 
Fonte: DNH 
 
NEBULOSIDADE E VISIBILIDADE 
A  visibilidade  é  considerada  boa,  mas  pode  ser  reduzida  no  período  de  chuvas.  Os 
meses  de  fevereiro,  março  e  abril  são  os  que  apresentam  maior  percentual  de  céu 
encoberto,  o  que  coincide  com  o  período  mais  intenso  de  chuvas  naquela  área. 
Durante esse intervalo do ano, as medições registram variações em torno de 77%. 
No quadro a seguir são apresentados os índices de nebulosidade média no Porto 
do Itaqui (Fonte: DHN):  
 
 
 
 
background image
 
NEBULOSIDADE MÉDIA PORTO DO ITAQUI 
MESES 
ÍNDICE TOTAL (0-10) 
Janeiro 
Fevereiro 
Março 
Abril 
Maio 
Junho 
Julho 
Agosto 
Setembro 
Outubro 
Novembro 
Dezembro 
 
TAXA DE ASSOREAMENTO 
A taxa de assoreamento do Porto do Itaqui é considerada inexpressiva, fazendo que 
a dragagem e manutenção seja necessária apenas ao longo dos berços e somente a 
cada 5 (cinco) anos. 
CORRENTES 
Disponível em
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&rlz=1T4ADBS_pt-
BRBR260BR262&q=carta+nautica+%2B+porto+do+itaqui&btnG=Pesquisar&meta= 
background image
Carta 410 - Proximidades da Baía de São Marcos 
 
Escala/Scale  
1 : 135000 
1a. Edição/1st. Edition 
1977 
Última Edição/Last Edition  
3ª (2002) 
Datum 
WGS-84 
Limites/Boundary 
Lg 43º25,0' W Lt 44º33,0W 
Lg 1º46,0S Lt 2º37,0' S 
Carta Eletrônica Raster/RNC 
Sim/Yes 
Correções  até  31/12/2006  Corrections  until 
12/31/2006 
2003: 8 - 2006: 87-156  
 
background image
Carta 413 - Terminal da Ponta da Madeira e Porto de Itaqui 
 
Escala/Scale 
1 : 15000 
1a. Edição/1st. Edition 
1961 
Última Edição/Last Edition 
6ª (2000) 
Datum 
WGS-84 
Limites/Boundary 
Lg 44º20,70' W Lt 44º26,0W 
Lg 2º30,0S Lt 2º37,0' S 
Carta Eletrônica Raster/RNC 
Sim/Yes 
background image
Correções até 31/12/2006 
Corrections until 12/31/2006 
2003: 8 - 2006: 21(P)-156 
background image
Carta 414 - Baía de São Marcos - De Itaqui ao Terminal da Alumar 
 
Escala/Scale  
1 : 15000 
1a. Edição/1st. Edition 
1976 
Última Edição/Last Edition  
4ª (2000) 
Datum 
WGS-84 
Limites/Boundary 
Lg 44º21,0' W Lt 2º38,0' S 
Lg 44º24,50' W Lt 2º40,25' S 
Carta Eletrônica Raster/RNC 
Sim/Yes 
background image
Correções até 31/12/2006 Corrections 
until 12/31/2006 
2002: 158 - 2006: 2  
MARÉS 
 
Tábua de Marés –  Para o ano de 2008, disponível em 
http://www.portodoitaqui.ma.gov.br/tabuamares.asp  
http://www.mar.mil.br/dhn/chm/tabuas/30120Jul2008.htm  
 
Porto do Itaqui (Estado do Maranhão) 
Latitude: 02º34',6S - Longitude: 044º22',2W 
Fuso: +03.0 
Ano: 2005 
Instituição: DHN 
Componentes: 35 
Nível Médio: 3.43 
Carta: 413  
 
 
SINALIZAÇÃO NÁUTICA 
Terminal  de  Sinalização  Náutica  do  Norte  na  Ponta  da Espera – Para permitir a 
operação  do  Píer  I  do  Complexo  Portuário  da  Ponta  da  Madeira,  da  CVRD, 
considerando-se  navios  com  cerca  de  400.000  tpb  e  calados  de  26,00  m,  houve 
balizamento de extenso canal de acesso com 100 km de extensão, permitindo desse 
modo  a  aproximação  segura  dos  navios  até  o  Porto.  Está  localizado  na  Ponta  da 
Espera, a noroeste da Ponta da Madeira, oferecendo suporte às atividades de polícia 
naval  e  de  manutenção  do  sistema  de  balizamento,  operado  pelo  serviço  de 
sinalização náutica do norte, da Marinha Brasileira. 
 
background image
 
REFERÊNCIAS BUBLIOGRÁFICAS 
 
A  PESCA  NO  MARANHÃO.  in  PECNORDESTE,  23  a  28  de  junho  de  2008, 
Fortaleza- 
Ceará, 
 
disponível 
em 
www.pecnordeste.com.br/.../AQUICULTURA%20E%20PESCA/A%20PESCA%20NO
%20ESTADO%20DO%20MARANHÃO.pdf , capturado em 27/07/2008;  
 
ALMEIDA, Zafira da Silva de; FERREIRA, Dayanne Suele Chaves; NAHUM, Victoria 
Judith 
Isaac. 
CLASSIFICAÇÃO 
EVOLUÇÃO 
DAS 
EMBARCAÇÕES 
MARANHENSES. In BOLETIM DO LABORATÓRIO DE HIDROBIOLOGIA, 19:31-40. 
2006;  
 
ASSIMP  -  SESH  -  Governo  do  Estado  do  Maranhão,  28/05/2005,  capturado  em 
26/07/2008. 
 
BARROS  JÚNIOR,  Feliciano.  Informações  prestadas  aos  autores.  Navegações 
Pericumã, 2008 
 
BERNARDI, Cristina Costa. CONFLITOS SÓCIO-AMBIENTAIS DECORRENTES DA 
BUBALINOCULTURA  EM  TERRITÓRIOS  PESQUEIROS  ARTESANAIS:  O  CASO 
OLINDA  NOVA  DO  MARANHÃO..  Dissertação  de  Mestrado.  UCB,  2005.  Programa 
de  Pós-Graduação  “Stricto  Sensu”  em  Planejamento  e  Gestão  Ambiental,  p.  87, 
disponível 
em  
http://www.iica.org.br/Docs/PublicaçoesIICA_ConflitosSociaisAmbientais.pdf, 
capturado em 27/07/2008;  
 
BOLETIM DO LABORATÓRIO DE HIDROBIOLOGIA, 19:31-40. 2006;  
 
COQUEIRO, 
Ivaldo. 
Informações 
prestadas 
por 
Sr. 
 
Ivaldo 
Coqueiro 
coqueiro@seap.gov.br
    ao  Secretário  Adjunto  de  Industria  e  Comércio  Fernando 
Duailibe Mendonça, via correio eletrônico, em 15 de julho de 2008  
D.O. ANO CII Nº 071 SÃO LUÍS, SEXTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2008 
 
ESTADO  DO  MARANHÃO.  Secretaria  de  Estado  de  Planejamento  e  Gestão  – 
SEPLAN. GT – PESCA E AQUACULTURA. RELATÓRIO TÉCNICO FINAL. São Luís: 
GEPLAN,  novembro  de  2007.  GT  –  Grupo  de  Trabalho  de  Pesca  e  Aqüicultura, 
instituído no âmbito da Secretaria de Estado do Planejamento  
 
CEFET-MA/COPLAN.  CEFET-MA/IFET-MA.  PROPOSTA  DE  CONSTITUIÇÃO.  São 
Luís, 2008 
 
ESTADO  DO  MARANHÃO.  Secretaria  de  Estado  de  Planejamento  e  Gestão  – 
SEPLAN. GT – PESCA E AQUACULTURA. RELATÓRIO TÉCNICO FINAL. São Luís: 
GEPLAN,  novembro  de  2007.  GT  –  Grupo  de  Trabalho  de  Pesca  e  Aqüicultura, 
instituído  no  âmbito  da  Secretaria  de  Estado  do  Planejamento  e  Orçamento,  pelo 
Decreto nº 22.063, de 02 de maio de 2007 
 
background image
IABS/SEBRAE.  PROJETO  DE  FORTALECIMENTO  DO  SETOR  PESQUEIRO  E 
AQUÍCOLA  MARANHENSE,  documento  produzido  pelo  Instituto  Ambiental  Brasil 
Sustentável – IABS – para o SEBRAE-MA, 2008;  
 
INSTITUTO  BRASILEIRO  DO  MEIO  AMBIENTE  E  DOS  RECURSOS  NATURAIS 
RENOVÁVEIS.  Boletim  Estatístico  da  Pesca  Marítima  e  Estuarina  do  Nordeste  do 
Brasil  -  2003,  Brasília,  DF:  Ministério  do  Meio  Ambiente,  IBAMA,  CEPENE,  2004, 
191p.  In  ALMEIDA;  FERREIRA;  NAHUM,  CLASSIFICAÇÃO  E  EVOLUÇÃO  DAS 
EMBARCAÇÕES  MARANHENSES.  In  BOLETIM  DO  LABORATÓRIO  DE 
HIDROBIOLOGIA, 19:31-40. 2006;  
 
MARANHAO.  ASPECTOS  DO  PLANEJAMENTO  ESTADUAL.  São  Luís:  SEPLAN. 
[http://www.ma.gov.br/governo/desenvolvimento_p.htm]. Mai, 1999. 
 
PESCA  E  AQÜICULTURA:  EMBRAPA  TENTA  REDUZIR  PERDAS  NA  CAPTURA 
DE 
CARANGUEJOS. 
Disponível 
em 
http://www.iea.sp.gov.br/out/verTexto.php?codTexto=5518, capturado em 27/07/2008;  
 
PESSOA NETO, Wenceslau Almada; GUIMARÃES, Luzia Lima. DIAGNÓSTICO DA 
PESCA  ARTESANAL  DO  ESTADO  DO  MARANHÃO:  UM  ESTUDO  SOBRE 
ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS - (Universidade Estadual do Maranhão) - ANAIS 
DA 58ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC - Florianópolis, SC - Julho/2006; 
 
STRIDE,  R.  K.  1992.  Diagnóstico  da  pesca  Artesanal  Marinha  do  Estado  do 
Maranhão. São Luís: CORSUP/EDUFMA, v. 2, 205 p;  
 
VAZ,  Leopoldo  Gil  Dulcio;  e  Outros.  CURSOS  DE  EXTENSÃO:  PROPOSTA  DE 
CURSOS  DE  FORMAÇÃO  BÁSICA  NAS  ÁREAS  DE  EDUCAÇÃO  DE  JOVENS  E 
ADULTOS  E  RECURSOS  PESQUEIROS.  Acordo  de  Cooperação  Técnica  SEAP  e 
MEC/SETEC. Plano  de  Valorização do Profissional  da Pesca da Lagosta. São Luís: 
CEFET-MA/DEN/DCS, 2007; 
 
Sítios da Internet. 
 
http://www.portalbrasil.net/estados_ma.htm  
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&rlz=1T4ADBS_pt-
BRBR260BR262&q=carta+nautica+%2B+porto+do+itaqui&btnG=Pesquisar&meta= 
http://www.mda.gov.br/portal/index/show/index/cod/1867/codInterno/17550 
http://web3.cefetcampos.br/aquicultura/noticias/nordeste-04-e-criado-no-maranhao 
http://www.portodoitaqui.ma.gov.br/galeria.asp 
ttp://www.transportes.gov.br/bit/ferro/efc/inf-efc.htm 
 
 
 
 
Ações do documento

Banner Noticias MEC

 

logo

 

Gestão dos Recursos Hídricos

 

Curso Esp Pesca