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Edital do CONCURSO PÚBLICO NO INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO – CAMPUS DE ALEGRE

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇAO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO
CAMPUS DE ALEGRE
EDITAL Nº. 01, DE 22 DE MAIO DE 2009.
CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS
O DIRETOR-GERAL DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNO-
LOGIA DO ESPÍRITO SANTO – CAMPUS DE ALEGRE, no uso de suas atribuições legais e 
tendo em vista a autorização concedida pela Portaria nº. 370, de 04 de dezembro de 2008, pu-
blicada no DOU de 05 de dezembro de 2008, do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado do 
Planejamento, Orçamento e Gestão e a distribuição das autorizações para provimento de va-
gas, conforme Portaria nº. 1.500, de 09 de dezembro de 2008, publicada no DOU de 10 de de-
zembro de 2008, retificada no DOU de 23/01/2009, do Excelentíssimo Senhor Ministro de Esta-
do da Educação, e de acordo com as normas estabelecidas pela Portaria nº. 450, de 06 de no-
vembro de 2002, publicada no DOU de 07 de novembro de 2002, também do Excelentíssimo 
Senhor Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, torna público a abertura das 
inscrições para o Concurso Público de Provas e Títulos destinado ao provimento de cargos da 
carreira de Professor do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Quadro de 
Pessoal Permanente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo, 
sob o regime de que trata a lei nº. 8.112 de 11 de dezembro de 1990, publicada no DOU de 12 
de dezembro de 1990, e suas respectivas alterações, para exercício da Docência do Ensino 
Básico Técnico e Tecnológico neste Campus de Alegre, o qual será regido pelas normas ex-
pressas neste Edital.
1 DAS DISCIPLINAS, DOS NÚMEROS DE VAGAS, DA TITULAÇÃO MÍNIMA EXIGI-
DA, DA CLASSE E NÍVEL DE INGRESSO E DA REMUNERAÇÃO INICIAL
Disciplinas
Nº. de 
Vagas
Titulação Mínima
Exigida
Classe / 
Nível de
Ingresso
Remuneração 
Inicial 
(40h)
Aquicultura 1 (Nutrição de 
Organismos Aquáticos; 
Genética e Melhoramento 
Animal na Aquicultura; 
Aquicultura Ornamental; 
Aquicultura Sustentável)
01
Graduação em Zootecnia 
com Mestrado em Aquicul-
tura ou áreas afins ou; Gra-
duação em Ciências Bioló-
gicas com Mestrado em 
Aquicultura ou áreas afins 
ou; Graduação em Medici-
na Veterinária com Mestra-
do em Aquicultura ou áreas 
afins ou; Graduação em 
Engenharia de Pesca com 
Mestrado em Aquicultura 
ou áreas afins ou; Gradua-
ção em Engenharia de 
Aquicultura com Mestrado 
em Aquicultura ou áreas 
afins
Classe D I, 
Nível1.
R$ 2.124,20 
(Graduação)
R$ 2.206,29 
(Especialização)
R$ 2.551.34 
(Mestrado)
R$ 3.542,75 
(Doutorado)
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CAMPUS DE ALEGRE
Disciplina
Nº. de 
Vagas
Titulação Mínima
Exigida
Classe / 
Nível de
Ingresso
Remuneração 
Inicial
Aquicultura 2 (Ranicultura; 
Sanidade em Organismos 
Aquáticos; Bioestatística; 
Qualidade de Água)
01
Graduação em Zootecnia 
com Mestrado em 
Aquicultura ou áreas afins 
ou; Graduação em Ciências 
Biológicas com Mestrado 
em Aquicultura ou áreas 
afins ou; Graduação em 
Medicina Veterinária com 
Mestrado em Aquicultura ou 
áreas afins ou; Graduação 
em Engenharia de Pesca 
com Mestrado em 
Aquicultura ou áreas afins 
ou; Graduação em 
Engenharia de Aquicultura 
com Mestrado em 
Aquicultura ou áreas afins.
Biologia
01
Licenciatura Plena em 
Biologia ou; Bacharel em 
Ciências Biológicas com 
Mestrado ou Doutorado na 
área objeto do concurso ou 
em Educação.
Educação (Práticas 
Educacionais)
01
Licenciatura Plena em 
Pedagogia com 
Especialização em 
Educação.
História
01
Licenciatura Plena em 
História
Informática
01
Bacharel em Ciência da 
Computação ou; Bacharel 
em Engenharia da 
Computação ou; Bacharel 
em Sistemas de 
Informação ou; Bacharel 
em Informática ou; 
Tecnólogo em 
Processamento de Dados 
ou; Tecnólogo em Análise 
de Sistemas ou; Graduação 
em qualquer área com 
Especialização ou 
Mestrado ou Doutorado na 
área objeto do Concurso.
Classe D I, 
Nível1.
R$ 2.124,20 
(Graduação)
R$ 2.206,29 
(Especialização)
R$ 2.551.34 
(Mestrado)
R$ 3.542,75 
(Doutorado)
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2 1 DO REGIME DE TRABALHO
2.1 O Regime de Trabalho será o de tempo integral de 40 horas semanais de acordo 
com o artigo 112 da Lei nº. 11.784, de 22 de setembro de 2008, publicada no DOU de 23 de 
setembro de 2008, podendo, a critério da Administração, ser alterado para o regime de Dedica-
ção Exclusiva, conforme legislação vigente e normatização interna.
2.2 A jornada de trabalho poderá ocorrer em turnos diurnos e/ou noturnos de acordo 
com os cursos ministrados e as necessidades da Instituição.
2.3 A remuneração inicial (Vencimento Básico + Gratificação Específica de Atividade 
Docente do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - GEDBT + Retribuição por Titulação - RT) 
encontra-se no quadro disposto no item 1 deste Edital. A remuneração referida neste subitem 
será acrescida de auxílio alimentação no valor de R$ 126,00 (cento e vinte e seis reais).
3 DOS REQUISITOS PARA INVESTIDURA NO CARGO
3.1 O candidato aprovado no processo seletivo de que trata este Edital será investido 
no cargo se atendidas, na data da investidura, as seguintes exigências:
3.1.1 ter sido aprovado e classificado no Concurso, na forma estabelecida neste Edital;
3.1.2 ser brasileiro nato ou naturalizado ou se de nacionalidade portuguesa ser ampara-
do pelo estatuto da igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo 
dos direitos políticos, na forma do disposto no art. 13 do Decreto nº. 70.436/72, ou ainda, no 
caso de ter nacionalidade estrangeira, apresentar comprovante de permanência definitiva no 
Brasil;
3.1.3 gozar dos direitos políticos;
3.1.4 estar quite com as obrigações eleitorais;
3.1.5 estar quite com as obrigações do Serviço Militar (para os candidatos do sexo mas-
culino);
3.1.6 possuir a titulação mínima exigida para o exercício do cargo;
3.1.7 ter idade mínima de 18 anos;
3.1.8 não ter sofrido, no exercício de função pública, penalidade incompatível com a in-
vestidura em cargo público federal, prevista no artigo 137, parágrafo único, da Lei nº. 8.112/90;
3.1.9 não receber proventos de aposentadoria que caracterizem acumulação ilícita de 
cargos, na forma do artigo 37, inciso XVI, da Constituição Federal,
3.1.10 ter aptidão física e mental, conforme artigo 5º, inciso VI, da lei nº. 8.112/90.
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CAMPUS DE ALEGRE
4 DAS INSCRIÇÕES
4.1 Para o presente certame, somente serão admitidas inscrições via Internet, no sítio 
, solicitadas no período de 25 de maio de 2009 até às 23h59min do dia 08 
de junho de 2009, não sendo admitidas, sob hipótese alguma, inscrições efetuadas fora do pra-
zo anteriormente estipulado.
4.2 Para os candidatos que não tiverem acesso à Internet, será disponibilizado compu-
tador   conectado   à   Internet   e   à   impressora,   durante   o   período   de   inscrição   (de   25/05   a 
08/06/2009), das 9h às 15h, no seguinte endereço: Coordenação-Geral de Recursos Humanos 
/ Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de do Espírito Santo – Campus de Ale-
gre, Rodovia BR 482, KM 47, Distrito de Rive – antiga Escola Agrotécnica Federal de Alegre.
4.3 O valor da taxa de inscrição, a ser paga, por intermédio de GRU, exclusivamente 
nas agências do Banco do Brasil S/A, impreterivelmente até o dia 09 de junho de 2009, é de:
4.3.1 R$ 53,00 (cinquenta e três reais) para as disciplinas cuja titulação mínima exigida 
corresponde somente à graduação: Biologia, História e Informática;
4.3.2 R$ 55,00 (cinquenta e cinco reais) para as disciplinas cuja titulação mínima exigi-
da corresponda, além da graduação, à especialização: Educação;
4.3.3 R$ 63,00 (sessenta e três reais) para as disciplinas cuja titulação mínima exigida 
corresponda, além da graduação, a mestrado: Aquicultura 1 e 2.
4.4 Não haverá, em hipótese alguma, restituição do valor da taxa de inscrição.
4.5 É vedada a inscrição condicional.
4.6 Para efetivar a inscrição o candidato deverá:
4.6.1 acessar o sítio: 
4.6.2 preencher ficha de inscrição e, logo em seguida, imprimi-la;
4.6.3 gerar a GRU (Guia de Recolhimento da União), a ser obtida no sítio: 
, onde, para tanto, deverão ser informa-
dos: a) UG/Gestão: 153231 / 26302; b) código de recolhimento: 28883-7; c) referência: número 
de inscrição gerado no ato do preenchimento da ficha de inscrição; d) competência: 05/2009; e) 
vencimento: data do recolhimento; f) CPF do(a) candidato(a); g) nome completo do(a) candida-
to(a) e; h) valor do recolhimento, de acordo com subitem 4.3; 
4.6.4 Imprimir GRU Simples;
4.6.5 Efetuar o pagamento da taxa de inscrição com valor de acordo com o subitem 4.3 
deste Edital, mediante a GRU gerada pelo sistema. Esse pagamento poderá ser efetuado so-
mente nas agências do Banco do Brasil/SA (observado o horário de atendimento externo das 
agências), em postos de autoatendimento do Banco do Brasil S/A ou via internet.
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4.7 Para confirmação da inscrição, o comprovante da taxa, pago por intermédio de GRU 
nas agências do Banco do Brasil, deverá ser entregue, devidamente autenticado, juntamente 
com a ficha de inscrição assinada, em envelope lacrado e identificado com o nome e número 
de inscrição do candidato, além do cargo/disciplina a que concorrerá, até o dia 10/06/2009, das 
7h30min às 11h30min e das 12h30min às 16h30min, à Comissão Organizadora do Concurso 
Público na Coordenação-Geral de Recursos Humanos / Instituto Federal de Educação, Ciência 
e Tecnologia de do Espírito Santo – Campus de Alegre, Rodovia BR 482, KM 47, Distrito de 
Rive – antiga Escola Agrotécnica Federal de Alegre.
4.8 O candidato poderá enviar a documentação a que se refere o subitem anterior atra-
vés dos Correios, remetendo-a, por SEDEX, à Comissão Organizadora do Concurso Público / 
Coordenação-Geral de Recursos Humanos / Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnolo-
gia do Espírito Santo – Campus de Alegre, Rodovia BR 482, KM 47, Distrito de Rive, Caixa 
Postal 47, 29500-000 – Alegre-ES, postado, impreterivelmente, até o dia 10 de junho de 2009.
4.9 As inscrições somente serão homologadas após a comprovação do pagamento da 
taxa de inscrição, e sua homologação estará disponível no sítio: 
, a partir do 
dia 22/06/2009.
4.10 As solicitações de inscrição, cujos pagamentos forem efetuados após a data esta-
belecida no subitem 4.3, não serão acatadas.
4.11 O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo – Campus 
de Alegre não se responsabiliza pela solicitação de inscrição não recebida por motivos de or-
dem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas de co-
municação, bem como outros fatores que impossibilitem a transferência de dados.
4.12 É de exclusiva responsabilidade do candidato a informação dos dados cadastrais 
exigidos no ato de inscrição, sob as penas da lei, pois fica subentendido que, no referido ato, o 
mesmo tenha o conhecimento pleno do presente Edital e a ciência de que preenche todos os 
requisitos.
4.13 Será admitida a entrega, por terceiros, da documentação de que trata o subitem 
4.7 deste edital, mediante procuração do interessado e apresentação da fotocópia autenticada 
de documento oficial de identidade. O procurador poderá ainda apresentar o documento origi-
nal de identidade do candidato e fotocópia legível do documento oficial de identidade. A procu-
ração e a fotocópia do documento oficial de identidade do candidato serão retidas. Não será 
necessário o reconhecimento de firma na procuração.
4.14 O candidato, portador de deficiência, que necessitar de condições especiais para a 
realização das provas, deverá solicitá-la formalmente, no ato da inscrição, indicando claramen-
te quais os recursos especiais básicos necessários.
4.15 A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização das provas 
deverá levar acompanhante que ficará em sala reservada para essa finalidade e que será res-
ponsável pela guarda da criança.
4.16 A solicitação de condições especiais será atendida, segundo os critérios de viabili-
dade e de razoabilidade.
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4.17 Não serão aceitas as solicitações de inscrição que não atenderem rigorosamente 
ao estabelecido neste Edital.
4.18 A qualquer tempo poder-se-á anular a inscrição, as provas, a nomeação e a posse 
dos candidatos, desde que verificada a falsidade em quaisquer informações prestadas e/ou do-
cumentos apresentados.
5 DA ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO
5.1 Faz jus à isenção da taxa de inscrição, no termos do Decreto nº. 6.593, de 02 de ou-
tubro de 2008, publicada no DOU de 03 de outubro de 2008, o candidato que:
5.1.1 estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal - 
CadÚnico, de que trata o Decreto n°. 6.135 de 26 de junho de 2007, publicado no DOU de 27 
de junho de 2007; e
5.1.2. for membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto citado no subitem 
anterior.
5.2 A isenção deverá ser requerida durante a inscrição, via Internet, no período de 25 a 
31/05/2009, onde o candidato deverá, obrigatoriamente, ao fazer a opção, indicar o seu Núme-
ro de Identificação Social – NIS, atribuído pelo CadÚnico.
5.3 Ao fazer sua inscrição e optar pela isenção da taxa, o candidato deverá imprimir a fi-
cha e aguardar o resultado do julgamento de sua solicitação.
5.4 O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo – Campus 
de Alegre consultará o órgão gestor do CadÚnico, a fim de verificar a veracidade das informa-
ções prestadas pelo candidato, pois o simples preenchimento dos dados necessários para a 
solicitação de isenção, via Internet, não garante, ao interessado, a isenção da taxa de inscri-
ção, que estará sujeita a análise e deferimento.
5.5 A declaração falsa sujeitará o candidato às sanções previstas em lei, aplicando-se, 
ainda, o disposto no Parágrafo Único do artigo 10 do Decreto n°. 83.936, de 06 de setembro de 
1979.
5.6 Não será aceita solicitação de isenção de pagamento de taxa de inscrição via cor-
reio, via fax ou correio eletrônico.
5.7 O não cumprimento de uma das etapas fixadas, a inconformidade de alguma infor-
mação ou a solicitação apresentada fora do período fixado, implicará a eliminação automática 
do processo de isenção.
5.8 O resultado da análise dos pedidos de isenção da taxa de inscrição será divulgado, 
via Internet, no sítio 
no dia 05 de junho de 2009.
5.9 Não haverá recurso contra o indeferimento da solicitação de isenção da taxa de ins-
crição.
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5.10 Os candidatos que tiverem suas solicitações de isenção deferidas, deverão, após a 
confirmação do deferimento, entregar declaração, devidamente assinada, de membro de “famí-
lia de baixa renda”, nos termos do Anexo IV deste Edital, juntamente com a ficha de inscrição, 
também assinada, em envelope  lacrado e identificado com o nome, número de inscrição do 
candidato, número de identificação social (NIS), além do cargo/discilplina a que concorrerá, até 
o dia 10/06/2009, das 7h30min às 11h30min e das 12h30min às 16h30min, à Comissão Orga-
nizadora do Concurso Público, na Coordenação-Geral de Recursos Humanos / Instituto Fede-
ral de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo – Campus de Alegre, Rodovia BR 
482, KM 47, Distrito de Rive – antiga Escola Agrotécnica Federal de Alegre.
5.11 O candidato poderá enviar a documentação a que se refere o item anterior através 
dos Correios, remetendo-a, por SEDEX, em envelope lacrado e identificado com o nome, nú-
mero de inscrição, número de identificação social (NIS), além do cargo/disciplina a que concor-
rerá, à Comissão Organizadora do Concurso Público / Coordenação-Geral de Recursos Huma-
nos / Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo – Campus de Ale-
gre, Rodovia BR 482, KM 47, Distrito de Rive, Caixa Postal 47, 29500-000 – Alegre-ES, posta-
do, impreterivelmente, até o dia 10 de junho de 2009.
5.12 Será admitida a entrega, por terceiros, da documentação de que trata o subitem 
5.10 deste edital, mediante procuração do interessado e apresentação da fotocópia autenticada 
de documento oficial de identidade. O procurador poderá ainda apresentar o documento origi-
nal de identidade do candidato e fotocópia legível do documento oficial de identidade. A procu-
ração e a fotocópia do documento oficial de identidade do candidato serão retidas. Não será 
necessário o reconhecimento de firma na procuração.
5.13 Os candidatos, cujas solicitações tiverem sido indeferidas, para poderem participar 
do certame, deverão gerar a GRU e efetuar o seu respectivo pagamento até a data estabeleci-
da no subitem 4.3 deste Edital: 09 de junho de 2009, e remeter a documentação no prazo e 
nos termos determinados no subitem 4.7 deste Edital, caso assim não procedam estarão auto-
maticamente excluídos do Concurso Público.
6 DA HOMOLOGAÇÃO DA INSCRIÇÃO
6.1 A partir do dia 22 de junho de 2009, no sítio 
, conforme subitem 
4.9 deste Edital, estará disponível a homologação das inscrições e o candidato poderá consul-
tar o status de sua inscrição, a data e o local da realização das provas.
6.2 O candidato que não obtiver a confirmação de deferimento de sua inscrição, via in-
ternet, deverá procurar a Comissão Organizadora do Concurso Público, até o dia 24/06/2009, 
na Coordenação-Geral de Recursos Humanos / Instituto Federal de Educação, Ciência e Tec-
nologia do Espírito Santo – Campus de Alegre, Rodovia BR 482, KM 47, Distrito de Rive – anti-
ga   Escola   Agrotécnica   Federal   de   Alegre,   das   7h30min   às   11h30min   e   das   12h30min   às 
16h30min, sob pena de não ter acesso ao local das provas e a sua realização.
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7 DA ESTRUTURA DO CONCURSO PÚBLICO
7.1 O concurso constará de uma etapa única, subdividida em 3 (três) fases:
Fases
Provas
Natureza
Pontuação Máxi-
ma
Pontuação Míni-
ma
1ª Fase
Prova Escrita
Conhecimentos 
Específicos e Edu-
cação
Classificatória e 
Eliminatória
100 pontos
60 pontos
2ª Fase
Prova de Desem-
penho
Prova de Desem-
penho Didático-
Pedagógico
Classificatória e 
Eliminatória
100 pontos
60 pontos
3ª Fase
Prova de Títulos
Pontuação de Tí-
tulos e Experiên-
cia
Profissional
Classificatória
50 pontos
Zero
8 DA PROVA ESCRITA
8.1 A Prova Escrita constará de 50 (cinqüenta) questões objetivas (valendo dois pontos 
cada questão) sendo: 40 (quarenta) questões sobre assuntos específicos referente a cada dis-
ciplina e 10 (dez) questões sobre Educação/Legislação, conforme os conteúdos relacionados 
no Anexo II deste Edital. Para a disciplina Educação, a Prova Escrita constará de 50 (cinquen-
ta) questões sobre assuntos específicos.
8.1.1 a Prova Escrita será realizada no dia 05 de julho de 2009 e terá início às 7h30min, 
com duração de 04 (quatro) horas. O candidato só poderá levar a prova se decorridos 2 horas 
após o início da mesma.
8.1.2 Será eliminado do Concurso o candidato que não atingir o mínimo de 60% (ses-
senta por cento) do total de pontos ou, mesmo alcançando a pontuação mínima exigida, obtiver 
pontuação 0 (zero) na parte de Educação.
8.2 O candidato deverá comparecer ao local designado com antecedência de 30 (trinta) 
minutos do horário previsto para o início da prova, munido do documento de identidade original 
com foto e caneta esferográfica (tinta azul ou preta).
8.3 Será permitido o uso de calculadora científica não programável durante a realização 
da Prova Escrita. 
8.4 O gabarito oficial da Prova Escrita estará disponível no sítio  
partir das 7 horas do dia posterior a realização da mesma.
9 DA PROVA DE DESEMPENHO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
9.1 Serão convocados para a Prova de Desempenho Didático-Pedagógico os 5 (cinco) 
primeiros colocados na Prova Escrita, desde que tenham obtido rendimento igual ou superior a 
60% (sessenta por cento) dos pontos distribuídos na Prova Escrita.
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9.1.1 havendo empate na quinta colocação da Prova Escrita, serão convocados para a 
Prova de Desempenho Didático-Pedagógico todos os candidatos com a mesma pontuação.
9.2 A data, o horário e o local do sorteio do ponto para a Prova de Desempenho Didáti-
co-Pedagógico, serão divulgados quando do resultado da Prova Escrita.
9.3 O sorteio do ponto para a Prova de Desempenho Didático será realizado 24 (vinte e 
quatro) horas antes do acontecimento da mesma, no Instituto Federal de Educação, Ciência e 
Tecnologia do Espírito Santo – Campus de Alegre.
9.4 Os locais específicos na Instituição onde os candidatos habilitados realizarão a Pro-
va de Desempenho Didático-Pedagógico serão divulgados na data de sorteio do ponto.   
9.5 A ordem de apresentação das aulas de Desempenho Didático-Pedagógico será de 
acordo com a classificação obtida na Prova Escrita, em ordem crescente de classificação.
9.6 A Prova de Desempenho Didático-Pedagógico consistirá de uma aula de
 
50 (cin-
quenta) minutos, de acordo com os seguintes dispositivos:
9.6.1 preleção sobre tema sorteado em 40 (quarenta) minutos ministrada pelo candidato 
perante a Banca Examinadora, que será composta por Professores da área específica a que o 
candidato está concorrendo e por Pedagogos, a qual poderá ser presenciada por alunos e/ou 
servidores da Instituição.
9.6.2 argüição de 10 (dez) minutos ao candidato, pela Banca Examinadora, referente ao 
tema ou ponto sorteado.
9.7 Na Prova de Desempenho Didático-Pedagógico o candidato será avaliado em oito 
pontos, a saber:
9.7.1 quanto aos objetivos;
9.7.2 quanto à organização e apresentação da aula;
9.7.3 quanto à seleção de conteúdos;
9.7.4 quanto aos procedimentos didáticos;
9.7.5 quanto ao desenvolvimento da aula;
9.7.6 quanto ao domínio e manejo do conteúdo;
9.7.7 quanto à avaliação ou aprendizagem;
9.7.8 quanto ao relacionamento professor x aluno.
9.8 O candidato deverá se apresentar para a Prova de Desempenho Didático-Pedagógi-
co munido do documento oficial de identidade com foto e entregar, à banca, o plano de aula, 
em 03 (três) vias, antes do início da prova.
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9.9 Não será permitida a presença, no recinto da prova, dos demais candidatos e de 
pessoas não previstas no subitem 9.6.1.
9.10 Será eliminado do Concurso o candidato que não alcançar, no mínimo, 60% (ses-
senta por cento) do total de pontos na Prova de Desempenho Didático-Pedagógico.
10 DA PROVA DE TÍTULOS
10.1  Somente serão avaliados os Títulos dos candidatos habilitados na Prova de De-
sempenho Didático-Pedagógico.
10.2 Não será(ão) pontuado(s) nesta fase o(s) título(s) correspondente(s) aos requisitos 
exigidos para a vaga, conforme consta no quadro do item 1 deste Edital, tendo a prova de títu-
los caráter classificatório.
10.3 Os títulos apresentados poderão receber as pontuações indicadas no quadro do 
subitem 10.5 deste Edital.
10.4 Os candidatos deverão entregar à Comissão Organizadora do Concurso seu Curri-
culum Vitae (modelo da Plataforma Lattes do CNPq), títulos, diplomas e certificados para análi-
se e julgamento da Prova de Títulos, na mesma data e até 1 hora após o término oficial da Pro-
va Escrita. 
10.5 O esquema de pontuação da Prova de Títulos deverá observar os seguintes critéri-
os: 
Titulação e Experiência Profissional
Pontos
Máximo
A. Doutorado na área  (substitutiva e não cumulativa à pontuação obtida 
com o título de mestrado).
22,00
22,00
B. Mestrado na área  (substitutiva e não cumulativa à pontuação  obtida 
com o título de especialização).
10,00
10,00
C. Especialização na área (carga horária mínima de 360 h).
2,00
2,00
D. Exercício profissional de magistério em curso de nível médio, técnico ou 
superior (limitado aos últimos dez anos).
0,50*
4,00
E. Experiência Profissional, não docente, com atuação na área objeto do 
concurso (limitado aos últimos cinco anos).
0,20*
2,00
F. Publicação de livro, autoria ou co-autoria, que possua ISBN, relaciona-
do a área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos).
3,00
3,00
G. Publicação de artigo científico em revista ou periódico especializado, ou 
coautoria  de  capítulo  de livro  que  possua   ISBN,  ambos relacionados   à 
área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos)**
2,00
10,00
H. Publicação de resumo expandido em anais de eventos científicos nacio-
nais ou internacionais relacionados à área de conhecimento pleiteada  (li-
mitado aos últimos cinco anos).
0,20
2,00
I. Participação em congressos ou simpósios relacionados à área de conhe-
cimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos).
0,50
1,00
J. Registro de patente.
3,00
6,00
* Será validado o tempo correspondente a 1 (um) semestre completo, desprezadas as frações de meses e dias.
** Considerar-se-á o artigo ou capítulo de livro que se encontre no PRELO (já na editora, em processo de edição e impressão).
10
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10.6 O candidato deverá entregar o Requerimento de Pontuação da Prova de Títulos 
(Anexo V) e o Formulário para Relação de Títulos (Anexo VI), devidamente preenchidos, acom-
panhados de 01 (uma) cópia de cada documento relacionado, procedendo da seguinte manei-
ra:
10.6.1 entregar fotocópia simples acompanhada do original, para que o responsável 
pelo recebimento dos títulos a autentique e lacre, na presença do interessado, toda documen-
tação em envelope identificado com o nome e número de inscrição do candidato, além do car-
go/disciplina a que ele concorre; ou
10.6.2 entregar fotocópia de toda documentação já autenticada em cartório, para que o 
responsável pelo recebimento dos títulos a lacre, na presença do interessado, em envelope 
identificado com o nome e número de inscrição do candidato, além do cargo/disciplina a que 
ele concorre.
10.7 Os comprovantes dos documentos relacionados pelo candidato deverão ser nume-
rados na mesma sequência em que constarem no Formulário “RELAÇÃO DE TÍTULOS” (Ane-
xo VI).
10.8 A Comissão Organizadora do Concurso conferirá a relação, atestando, formalmen-
te, apenas o que recebeu, não implicando esta conferência preliminar em atestado de correção 
e/ou validação dos documentos apresentados.
10.9 Certificados de Conclusão ou Diplomas de Pós-Graduação, em nível de Especiali-
zação, de Mestrado e de Doutorado serão aferidos quando oriundos de instituições, públicas 
ou privadas, reconhecidas pelo MEC.
10.10 Os diplomas e/ou certificados conferidos por instituições estrangeiras, reconheci-
das pelo MEC, somente serão válidos quando traduzidos para o vernáculo por Tradutor Público 
Juramentado, co-validados para o Território Nacional e atenderem ao dispositivo na Resolução 
CNE/CES nº. de 28 de janeiro de 2002.
10.11 Os títulos de Mestrado e Doutorado deverão vir acompanhados de documentação 
ou registro comprobatório de carga horária, conteúdos e área de concentração.
10.12 Para comprovação do Tempo de Magistério e demais experiências profissionais 
só serão aceitas documentações, originais ou autenticadas em cartório, que contenham:
10.12.1 o início e o término do período declarado e;
10.12.2 carteira profissional contendo a página de identificação (frente e verso) e as pá-
ginas dos contratos que comprovem o período trabalhado e que especifiquem o tipo de ativida-
de ou; 
10.12.3 contracheques ou contrato de trabalho relacionados ao período trabalhado e à 
função desempenhada.
10.13 Na contagem do tempo só serão considerados, para fins de pontuação, a soma 
de tempo correspondente ao semestre completo desprezadas as frações.
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10.14 O tempo de experiência não será computado cumulativamente no caso de, em 
um mesmo período, o candidato ter exercido atividades de magistério em mais de um estabele-
cimento, ocasião em que será considerado apenas um dos tempos.
10.15 No caso de autônomo, somente será aceito o contrato de prestação de serviços 
devidamente registrado contendo o período de sua vigência.
10.16 Se o tempo for de órgão público, somente será aceita certidão ou declaração ex-
pedida pelo órgão público competente.
10.17 O tempo de estágio não será considerado para o cômputo de experiência de ma-
gistério.
10.18 Será computado tempo de experiência para atividades de monitoria em nível de 
graduação, desde que a comprovação se dê pela apresentação do edital de seleção e do con-
trato de monitoria devidamente registrado.
10.19 Não serão avaliados os títulos apresentados fora do prazo, contendo rasuras ou 
que estejam sem autenticação.
10.20 Cada título será considerado uma única vez.
10.21 A classificação da Prova de Títulos será divulgada no sítio  
, 
conforme cronograma contido no Anexo III deste Edital.
10.22 Não haverá, sob qualquer hipótese, segunda chamada para as provas.
11 DOS RECURSOS
11.1 Facultar-se-á ao candidato dirigir-se à Comissão Organizadora do Concurso Públi-
co, mediante requerimento devidamente fundamentado e protocolado no Setor de Protocolo 
desta Instituição, no período previsto no Anexo III deste Edital, de 7h30min às 11h30min e de 
12h30min às 16h30min, com um único recurso, relacionado à formulação de questões da pro-
va, conforme modelo constante no anexo VII deste Edital.
11.1.1 Serão indeferidos, sumariamente, todos os recursos interpostos fora do prazo es-
tabelecido e dos moldes expressos no subitem anterior.
11.2 Os recursos, uma vez analisados pela Comissão Organizadora do Concurso e res-
pectivos responsáveis técnicos pela elaboração das Provas Escritas, receberão decisão termi-
nativa e serão divulgados na data estipulada no anexo III deste Edital, constituindo-se em única 
e última instância.
11.3 
Os resultados dos recursos serão divulgados
 pela Internet no sitio 
, 
conforme Cronograma contido no Anexo III deste Edital
.
11.4 Se, do exame dos recursos, resultar a anulação de questão(ões), os pontos corres-
pondentes serão atribuídos a todos os candidatos à respectiva vaga.
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11.5 Havendo alteração de resultado proveniente de deferimento de qualquer recurso, 
haverá nova e definitiva publicação dos resultados no sítio 
11.6 Não caberá recurso para a Prova de Desempenho Didático-Pedagógico e para a 
Prova de Títulos, em razão das suas especificidades.
12 DO RESULTADO FINAL
12.1 A nota final dos candidatos será obtida pela média ponderada das três provas, 
considerando-se os seguintes pesos:
12.1.1 Prova Escrita - peso 3;
12.1.2 Prova de Desempenho Didático-Pedagógico - peso 4;
12.1.3 Prova de Títulos - peso 3.
12.2 Havendo empate, terá preferência, para efeito de classificação, sucessivamente, o 
candidato que:
12.2.1 obtiver maior número de pontos na Prova de Desempenho Didático-Pedagógico;
12.2.2 obtiver maior número de pontos na Prova Escrita;
12.2.3 possuir maior tempo de experiência de Magistério;
12.2.4 obtiver maior número de pontos na Prova de Títulos.
12.3 Havendo candidatos que se enquadrem na condição de idoso, nos termos da Lei 
nº. 10.741 de 01 de outubro de 2003, publicada no DOU de 03 de outubro de 2003, e em caso 
de igualdade no total de pontos, o primeiro critério de desempate será a idade, dando-se prefe-
rência ao candidato de idade mais elevada, sendo que os demais critérios seguirão a ordem 
estabelecida no subitem 12.2 deste Edital.
12.4 Será homologado, no Diário Oficial da União, o Resultado Final do Concurso Públi-
co, com a relação de todos os candidatos classificados para cada cargo, respeitada a ordem de 
classificação.
13 DO PRAZO DE VALIDADE DO CONCURSO
13.1 O Concurso terá validade de 01 (um) ano, a contar da data de publicação da ho-
mologação do resultado final no Diário Oficial da União, conforme consta do Decreto nº. 4.175, 
de 27 de março de 2002, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período, mediante ato 
próprio da autoridade competente. 
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14 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
14.1 O Edital completo está disponível na Coordenação-Geral de Recursos Humanos 
do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo – Campus de Alegre 
e no sítio 
. 
14.2 Será observado o disposto no § 2º, artigo 5º da Lei nº. 8.112/90:
14.2.1 Aos portadores de deficiência é assegurado o direito de inscrição no presente 
Concurso Público, para o cargo cujas atividades sejam compatíveis com a sua deficiência;
14.2.2 O candidato deverá, no ato da inscrição, declarar-se portador de deficiência e, 
posteriormente, se convocado, submeter-se à perícia médica promovida por Junta Médica a 
ser determinada pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo – 
Campus de Alegre, que verificará sua qualificação como portador de deficiência, ou não, o grau 
de deficiência, e se a deficiência da qual é portador realmente não o desabilita a concorrer à 
vaga.
14.2.3 O candidato, quando convocado, deverá comparecer à perícia médica munido de 
laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível de deficiência, com expressa referência ao 
código correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID), bem como a causa 
provável, ou não, da deficiência.
14.2.4 A inobservância do disposto nos subitens anteriores acarretará a perda do direito 
reservado ao candidato em tais condições.
14.2.5 Não há vagas reservadas para portadores de deficiência, em virtude do número 
de vagas por disciplina ser menor que o previsto no parágrafo 2º, do Art. 5º, da Lei nº. 8112/90.
14.3 A falsidade de afirmativas e/ou de documentos, ainda que verificada posteriormen-
te à realização do Concurso, implicará a eliminação sumária do candidato. Serão declarados 
nulos de pleno direito a inscrição e todos os atos posteriores dela decorrentes, sem prejuízos 
de eventuais sanções de caráter judicial.
14.4 Será excluído, por decisão da Comissão Organizadora do Concurso Público, o 
candidato que:
14.4.1 for surpreendido em comunicação com outro candidato, verbalmente, por escrito 
ou por qualquer outra forma durante a realização da Prova Escrita;
14.4.2 utilizar-se de livros, códigos, impressos e similares, "pagers", telefones celulares 
ou qualquer tipo de material de consulta durante a Prova Escrita, exceto o previsto no item 8.3.
14.4.3 faltar a qualquer uma das provas eliminatórias.
14.5 A classificação no Concurso Público não assegurará ao candidato o direito de in-
gresso no cargo, mas apenas a expectativa de ser nomeado, segundo a ordem de classifica-
ção. A concretização desse ato ficará condicionada à observância das disposições legais perti-
nentes e, sobretudo, ao interesse, ao juízo e à conveniência da Administração.
14.6 O candidato aprovado será convocado, seguindo a ordem classificatória, por cor-
respondência direta para o endereço constante da solicitação de inscrição, obrigando-se a de-
clarar, por escrito, se aceita ou não a sua nomeação para o cargo, no prazo de 48 (quarenta e 
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oito) horas. O não pronunciamento do interessado dentro do prazo estabelecido permitirá ao 
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo – Campus de Alegre 
considerá-lo desistente do Concurso Público e convocar o próximo candidato na lista de classi-
ficação.
14.7 No caso de mudança de residência, deverá o candidato comunicar o novo endere-
ço à Coordenação-Geral de Recursos Humanos deste Campus, sob pena de convocação do 
próximo candidato, obedecendo-se a ordem crescente de classificação para o cargo.
14.8 A posse no cargo fica condicionada à aprovação em inspeção médica e ao atendi-
mento das condições constitucionais e legais. Para a posse, serão exigidos todos os documen-
tos comprobatórios dos requisitos básicos exigidos para investidura no cargo. Exige-se, tam-
bém, declaração de bens e valores e quanto ao exercício de outro cargo, emprego ou função 
pública, salvo dentro do permissivo constitucional, com a opção de vencimentos, se couber.
14.9 Ao tomar posse, o servidor nomeado para o cargo de provimento efetivo, ficará 
sujeito ao estágio probatório por período de 36 (trinta e seis) meses, durante o qual sua aptidão 
e capacidade serão objetos de avaliação para o desempenho do cargo.
14.10 Os turnos de trabalho serão estabelecidos pela Direção-Geral do Instituto Federal 
de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo – Campus de Alegre, de acordo com os 
horários das aulas.
14.11 O servidor nomeado que não for detentor de Licenciatura Plena será incluído no 
Programa   Especial   de   Formação   Pedagógica,   quando   ofertado   pelo   Instituto   Federal   de 
Educação Ciência e Tecnologia do Espírito Santo, conforme determina a Legislação.
14.12 O servidor, após entrar em exercício, deverá realizar obrigatoriamente, durante o 
estágio probatório, o curso de Ambientação Institucional, a ser  ofertado pelo Instituto Federal 
de Educação Ciência e Tecnologia do Espírito Santo.
14.13 Não será fornecido ao candidato nenhum documento comprobatório de habilita-
ção e classificação no Concurso Público, valendo, para esse fim, a homologação do resultado 
do Concurso publicada no Diário Oficial da União.
14.14 Após a homologação do resultado no Diário Oficial da União, o candidato não 
classificado poderá reaver sua documentação, num prazo máximo de 60 (sessenta) dias.
14.15 A critério da Administração, após o preenchimento das vagas de que trata este 
Edital, poderão ser liberados candidatos aprovados para provimento em quaisquer Campi do 
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo.
14.16 Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão encarregada do Concurso Pú-
blico.
CARLOS HUMBERTO SANSON MOULIN
Diretor-Geral
Port. Nº. 4.274, de 12/12/05 – DOU de 13/12/05
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ANEXO I
DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO
PROFESSOR DO ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO: Responsável pelas 
atividades de ensino e demais atividades relacionadas à pesquisa, bem como as que estendam 
à comunidade atividades sob a forma de cursos e serviços especiais e ainda pelas atividades 
inerentes ao exercício de direção, assessoramento, chefia, coordenação e assistência na pró-
pria instituição, além de outras previstas na legislação vigente. As atividades de orientação 
educacional e de supervisão pedagógica são consideradas como assessoramento. As ativida-
des serão realizadas sempre que possível visando a indissociabilidade entre ensino, pesquisa 
e extensão.
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ANEXO II
PROGRAMAS E REFERÊNCIAS DOS CONTEÚDOS DA PROVA ESCRITA.
1 DISCIPLINA:
 
AQUICULTURA 1
1.1 CLASSE / NÍVEL: D I / 1.
1.2 PERFIL DO PROFISSIONAL:
1.2.1.   Graduação   em   Zootecnia   com   Mestrado   em   Aquicultura   ou   áreas   afins   ou; 
Graduação   em   Ciências   Biológicas   com   Mestrado   em   Aquicultura   ou   áreas   afins   ou; 
Graduação   em   Medicina   Veterinária   com   Mestrado   em   Aquicultura   ou   áreas   afins   ou; 
Graduação   em   Engenharia   de   Pesca   com   Mestrado   em   Aquicultura   ou   áreas   afins   ou; 
Graduação em Engenharia de Aquicultura com Mestrado em Aquicultura ou áreas afins
1.3 PROGRAMA:
1.3.1 PARTE 1: ESPECÍFICA
1.3.1.1 Nutrição de organismos aquáticos:
1.3.1.1.1 Necessidades nutricionais de peixes e crustáceos cultiváveis
1.3.1.1.2 Composição dos alimentos das rações de peixes e crustáceos
1.3.1.1.3 Formulação e processamento de rações para peixes e crustáceos
1.3.1.2 Genética e melhoramento animal na aquicultura:
1.3.1.2.1 Gametogênese e consangüinidade em aquicultura
1.3.1.2.2 Biotecnologia aplicada a aquicultura
1.3.1.2.3 Tecnologias e impactos da hibridização de peixes e crustáceos
1.3.1.3 Aquicultura sustentável:
1.3.1.3.1 Capacidade de suporte, biomassa crítica e biomassa econômica
1.3.1.3.2 Impacto ambiental da aquicultura
1.3.1.3.3 Legislação estadual e federal aplicada a aquicultura
1.3.1.4 Aquicultura ornamental:
1.3.1.4.1 Principais espécies de organismos aquáticos ornamentais
1.3.1.4.2 Estratégias reprodutivas de peixes ornamentais (natural e induzida)
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1.3.1.4.3 Dimensionamento de unidades de produção de peixes ornamentais
1.3.2. PARTE 2: EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO
1.3.2.1 Tendências Pedagógicas da Educação Brasileira: perspectivas atuais;
1.3.2.2 Avaliação de aprendizagem;
1.3.2.3 O papel do professor na Educação atual;
1.3.2.4 Saberes necessários à atividade de educar;
1.3.2.5 A atual LDB e as novas possibilidades;
1.3.2.6 Didática e Ensino.
1.4 REFERÊNCIAS: 
1.4.1 PARTE 1: ESPECÍFICA
1.4.1.1   A   relação   a   seguir   apresenta   sugestões   consideradas   básicas,   o   que   não 
impede que outras referências sejam utilizadas para a elaboração da Prova.
1.4.1.2 ARANA, L. V. Aquicultura e desenvolvimento sustentável. Florianópolis, Editora 
da UFSC. 1999. 310p.
1.4.1.3 KUBITZA, F. Nutrição e Alimentação dos Peixes Cultivados. 4a. Edição 2004.
1.4.1.4 LOGATO, P. V. R. Nutrição e alimentação de peixes de água doce. Lavras: Imp. 
Gráfica Univ. UFLA/FAEPE (CDD-639.31), 1999. 136 p.
1.4.1.5   MARQUES,   Débora   Karla   Silvestre.   Aplicação   da   biologia   molecular   em 
programas   de   conservação   de   recursos   pesqueiros   /   Débora   Karla   Silvestre   Marques.   - 
Corumbá: Embrapa Pantanal, 2002. 22 p. (Embrapa Pantanal. Documentos, 36)
1.4.1.6 MILLS, D.; YOUNG, J. Eyewitness Handbooks: Aquarium Fish. Editora: DK 
Publishing. 1993. 304 p.
1.4.1.7 OSTRENSKY, Antônio; BOEGER, W Piscicultura: fundamentos e técnicas de 
manejo. Guaíba: Agropecuária, 1998.
1.4.1.8 TACON, A. G. J. The nutrition and feeding of farmed fish and shrimp – training 
manual: 1. the essential nutrients. Brasília: FAO, 1987. 117 p. (Field  Document, 2)
1.4.1.9 TOLEDO FILHO, S. A.; ALMEIDA -TOLEDO, Lurdes Foresti de; FORESTI, F.; 
GALHARDO, E.; DONOLA, E. Conservação genética de peixes em projetos de repovoamento 
de reservatórios. Cadernos de Ictiogenética 1. 1992.
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1.4.1.10 TOLEDO FILHO, S. A.; ALMEIDA -TOLEDO, Lurdes Foresti de; FORESTI, F.; 
BERNARDINO,   G.   CALCAGNOTTO,   Daniela.   Monitoramento   e   conservação   genética   em 
projeto de hibridação entre pacu e tambaqui. Cadernos de Ictiogenética 2. 1994.
1.4.1.11 TOLEDO FILHO, S. A; FORESTI, F.; ALMEIDA-TOLEDO, Lurdes Foresti de. 
Biotecnologia genética aplicada a piscicultura. Cadernos de Ictiogenética 3. 1996.
1.4.1.12 SAKURAI, A.; SAKAMOTO, Y.; MORI, F. Aquarium Fish of the World. Chronicle 
Books. 1993. 296 p.
1.4.1.13 Artigos científicos sobre peixes ornamentais e revistas de área especifica 
(Panorama da Aquicultura, por exemplo).
1.4.2 PARTE 2: EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO
1.4.2.1 BRASIL. Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei. N.º 9.394, 20  de 
dezembro de 1996. DOU, 23 de dezembro de 1996.
1.4.2.2 ______.Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 
e   os   arts.   39   a   41   da   Lei   nº   9.394,   de   20   de   dezembro   de   1996.   Disponível   em: 
1.4.2.3 ______.Parecer CNE/CEB nº 39/04 DE 08 de dezembro de 2004.  Aplicação do 
Decreto   Federal   nº   5154/2004   na   Educação   Profissional   Técnica   de   Nível   Médio. 
1.4.2.4
_____.Decreto   nº   5.840/2006   Institui   o   PROEJA.   Disponível   em: 
      
 1.4.2.5 CASTRO, A.D.C. & CARVALHO, A.M.P.Ensinar a ensinar. Didática para a 
Escola Fundamental e Média. Editora Cortez,  Rio de Janeiro, 2001.
  
1.4.2.6 FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 
Ed. Paz e Terra, São Paulo, 1996.
1.4.2.7 MORIN, E. Os sete saberes necessários a educação do futuro. Rio de Janeiro : 
Cortez, 2000.
1.4.2.8 MORIN, E. A Cabeça Bem Feita. RJ, Bertrand Brasil, 2000.
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2 DISCIPLINA:
 
AQUICULTURA 2
2.1 CLASSE / NÍVEL: D I / 1
2.2 PERFIL DO PROFISSIONAL:
2.2.1   Graduação   em   Zootecnia   com   Mestrado   em   Aquicultura   ou   áreas   afins   ou; 
Graduação   em   Ciências   Biológicas   com   Mestrado   em   Aquicultura   ou   áreas   afins   ou; 
Graduação   em   Medicina   Veterinária   com   Mestrado   em   Aquicultura   ou   áreas   afins   ou; 
Graduação   em   Engenharia   de   Pesca   com   Mestrado   em   Aquicultura   ou   áreas   afins   ou; 
Graduação em Engenharia de Aquicultura com Mestrado em Aquicultura ou áreas afins.
2.3 PROGRAMA:
2.3.1 PARTE 1: ESPECÍFICA
2.3.1.1 Ranicultura
2.3.1.1.1 Espécies de rãs cultivadas sua propagação
2.3.1.1.2 Situação atual e istemas de criação de rãs no Brasil e no Mundo
2.3.1.2 Sanidade em organismos Aquáticos
2.3.1.2.1 Viroses, bacterioses e micoses em peixes e crustáceos
2.3.1.2.2 Doenças de etiologia nutricional.
2.3.1.2.3 Manejo profilático e tratamento de doenças em aquicultura
2.3.1.3 Bioestatística
2.3.1.3.1 Medidas de tendência central (ou de posição) e dispersão (ou de variabilidade)
2.3.1.3.2   Avaliação   estatística   de   experimentos   inteiramente   casualizados   e   blocos 
casualizados
2.3.1.3.3 Planejamento experimental na aquicultura
2.3.1.4 Qualidade de água
2.3.1.4.1 Temperatura e estratificação térmica no ambiente aquático. 
2.3.1.4.2 Dinâmica do oxigênio no ambiente aquático 
2.3.1.4.3 Efeito tampão (“buffer”) em ambiente aquático
2.3.1.4.4 Compostos nitrogenados e sua relação com a aquicultura
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2.3.2 PARTE 2: EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO
2.3.2.1 Tendências Pedagógicas da Educação Brasileira: perspectivas atuais;
2.3.2.2 Avaliação de aprendizagem;
2.3.2.3 O papel do professor na Educação atual;
2.3.2.4 Saberes necessários à atividade de educar;
2.3.2.5 A atual LDB e as novas possibilidades;
2.3.2.6 Didática e Ensino.
2.4 REFERÊNCIAS: 
2.4.1 PARTE 1: ESPECÍFICA
2.4.1 A relação a seguir apresenta sugestões consideradas básicas, o que não impede 
que outras referências sejam utilizadas para a elaboração da Prova.
2.4.2 ARANA, L. V. Princípios químicos de qualidade da água em aqüicultura: Uma 
revisão para peixes e camarões. 2º edição. Florianópolis: UFSC, 2004.
2.4.3   BANZATTO,   D.   A.   &   KRONKA,   S.   N.   Experimentação   Agrícola.   Jaboticabal. 
FUNESP, 1989. 249 p.
2.4.4   KUBITZA,   F.  Principais   parasitoses   e   doenças   dos   peixes   cultivados.   3.ed. 
Piracicaba: Degaspari, 1999. 96p.  
2.4.5 KUBITZA, F. Qualidade da Água no Cultivo de Peixes e Camarões. 1ª Edição 
2003.
2.4.6 LIMA, S.L. Criação de rãs (Anfigranja). Viçosa, MG: CPT - Centro de Produções 
Técnicas; 1997, 43 p. (Manual 03). Revisado.
2.4.7 LIMA, S. L. & AGOSTINHO, C. A. A tecnologia de criação de rãs. Ed. Imprensa 
Universitária/UFV, Viçosa, 1992, 168p.
2.4.8   LIMA,   S.   L.,   CRUZ,   T.   A.   &   MOURA,   O.   M.,   Ranicultura:   Análise   da   Cadeia 
Produtiva Editora Folha de Viçosa, Viçosa - MG. 1999. 172p.
2.4.9 LIMA, S. L., FIGUEREDO, M. R. & MOURA, O. M., Diagnóstico da Ranicultura: 
Problemas, Propostas de Soluções e Pesquisas Prioritárias. ABETRA, Acad. Bras. Estudos 
Técnicos em Ranicultura; Viçosa, 1994, 170p.
2.4.10 MELO, J.S.C. Água e construção de viveiros na piscicultura. 1º edição. Lavras: 
UFLA/FAEPE, 1998.
2.4.11 RANZANI-PAIVA, M. J. T.; TAKEMOTO, R. M.; LIZAMA, M. A. P. Sanidade de 
organismos aquáticos. São Paulo: Editora Varela, 2004. 426p.
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2.4.12. SAMPAIO, I.B.M. Estatística Aplicada à Experimentação Animal. Belo Horizonte: 
Fundação de Ensino e Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia. 1998. 221 p.
2.4.13 VIEIRA, S. Princípios de Estatística. São Paulo: Pioneira, 1999
2.4.14 VIEIRA, S. & HOFFMANN, R. Estatística Experimental. São Paulo, Ed. Atlas 
S.A., 1989. 179 p.
2.4.2 PARTE 2: EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO
2.4.2.1   BRASIL.   Diretrizes   e   Bases   da   Educação   Nacional.   Lei.   N.º   9.394,   20     de 
dezembro de 1996. DOU, 23 de dezembro de 1996.
2.4.2.2 ______.Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 
e   os   arts.   39   a   41   da   Lei   nº   9.394,   de   20   de   dezembro   de   1996.   Disponível   em: 
2.4.2.3 ______.Parecer CNE/CEB nº 39/04 DE 08 de dezembro de 2004.  Aplicação do 
Decreto   Federal   nº   5154/2004   na   Educação   Profissional   Técnica   de   Nível   Médio. 
2.4.2.4
_____.Decreto   nº   5.840/2006   Institui   o   PROEJA.   Disponível   em: 
      
 2.4.2.5 CASTRO, A.D.C. & CARVALHO, A.M.P.Ensinar a ensinar. Didática para a 
Escola Fundamental e Média. Editora Cortez,  Rio de Janeiro, 2001.
  
2.4.2.6 FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 
Ed. Paz e Terra, São Paulo, 1996.
2.4.2.7 MORIN, E. Os sete saberes necessários a educação do futuro. Rio de Janeiro : 
Cortez, 2000.
2.4.2.8 MORIN, E. A Cabeça Bem Feita. RJ, Bertrand Brasil, 2000.
  
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3 DISCIPLINA:
 
BIOLOGIA
3.1 CLASSE / NÍVEL: D I / 1
3.2 PERFIL DO PROFISSIONAL:
3.2.1. Licenciatura Plena em Pedagogia com Especialização em Educação.
3.3 PROGRAMA:
3.3.1 PARTE 1: ESPECÍFICA
3.3.1.1 Citologia: 
3.3.1.1.1 Envoltórios celulares; 
3.3.1.1.2 Diferenciações da membrana plasmática; 
3.3.1.1.3 Fisiologia da membrana plasmática; 
3.3.1.1.4 Organelas citoplasmáticas; 
3.3.1.1.5 Citoesqueleto; 
3.3.1.1.6 Núcleo interfásico; 
3.3.1.1.7 Mitose e meiose; 
3.3.1.1.8 Diferenças entre célula procarionte e célula eucarionte; 
3.3.1.1.9 Diferenças entre célula animal e célula vegetal.
3.3.1.2 Embriologia animal: 
3.3.1.2.1 Gametogênese; 
3.3.1.2.2 Tipos de ovos; 
3.3.1.2.3 Fecundação e segmentação; 
3.3.1.2.4 Etapas do desenvolvimento embrionário; 
3.3.1.2.5 Histogênese e organogênese; 
3.3.1.2.6 Anexos embrionários; 
3.3.1.2.7Reprodução e embriogênese humana.
3.3.1.3 Histologia animal: 
3.3.1.3.1 Tecidos epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso.
3.3.1.4 Vírus: 
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3.3.1.4.1 Características, reprodução e importância; 
3.3.1.4.2 Doenças humanas causadas por vírus.
3.3.1.5 Classificação dos seres vivos: 
3.3.1.5.1 Características dos Reinos Monera, Protoctista, Fungo, Vegetal e Animal; 
3.3.1.5.2 O conceito de espécie e suas limitações; regras de nomenclatura.
3.3.1.6 Reinos Monera, Protoctista e Fungo: 
3.3.1.6.1 Características, diversidade, importância, reprodução e classificação; 
3.3.1.6.2 Doenças humanas causadas por bactérias, protozoários e fungos.
3.3.1.7 Reino Vegetal: 
3.3.1.7.1   Características,   diversidade,   importância,   reprodução   e   classificação   das 
briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas; 
3.3.1.7.2   Histologia   vegetal,   morfologia   de   caule,   raiz,   folha,   flor,   fruto   e   semente; 
fisiologia vegetal; 
3.3.1.7.3 Fotossíntese e respiração; 
3.3.1.7.4 Transpiração; 
3.3.1.7.5 Absorção; condução de seiva bruta e elaborada; 
3.3.1.7.6 Hormônios vegetais; 
3.3.1.7.7 Movimentos; 
3.3.1.7.8 Crescimento e desenvolvimento.
3.3.1.8 Reino Animal: 
3.3.1.8.1 características, diversidade, importância, reprodução e classificação dos filos 
animais;
3.3.1.8.2 doenças humanas causadas por vermes, anatomia e fisiologia animal; 
3.3.1.8.3 anatomia e fisiologia humana.
3.3.1.9 Genética:
 
3.3.1.9.1 1ª e 2ª Leis de Mendel; 
3.3.1.9.2 Probabilidade; 
3.3.1.9.3 Herança quantitativa; 
3.3.1.9.4 Grupos sanguíneos; 
3.3.1.9.5 Interação gênica; 
3.3.1.9.6 Genes ligados; 
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3.3.1.9.7 Herança relacionada ao sexo; 
3.3.1.9.8 Doenças humanas geneticamente determinadas; 
3.3.1.9.9 Aconselhamento genético; 
3.3.1.9.10 Genética molecular; 
3.3.1.9.11 Biotecnologia.
3.3.1.10 Evolução orgânica: 
3.3.1.10.1 Lamarckismo X darwinismo; 
3.3.1.10.2 Teoria sintética da evolução; 
3.3.1.10.3 Genética de populações; 
3.3.1.10.4 Mecanismos de especiação; 
3.3.1.10.5 Métodos de estudo e evidencias da evolução; 
3.3.1.10.6 Origem e evolução das plantas e dos animais.
 
3.3.1.11 Ecologia: 
3.3.1.11.1 Conceitos fundamentais; 
3.3.1.11.2 Cadeias e teias alimentares; 
3.3.1.11.3 Ciclos biogeoquímicos; 
3.3.1.11.4 Relações entre seres vivos; 
3.3.1.11.5 Sucessão ecológica; 
3.3.1.11.6 Biomas terrestres e aquáticos; 
3.3.1.11.7 Poluição e desequilíbrios ecológicos.
3.3.2 PARTE 2: EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO
3.3.2.1 Tendências Pedagógicas da Educação Brasileira: perspectivas atuais;
3.3.2.2 Avaliação de aprendizagem;
3.3.2.3 O papel do professor na Educação atual;
3.3.2.4 Saberes necessários à atividade de educar;
3.3.2.5 A atual LDB e as novas possibilidades;
3.3.2.6 Didática e Ensino.
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3.4 REFERÊNCIAS: 
3.4.1 PARTE 1: ESPECÍFICA
3.4.1.1   A   relação   a   seguir   apresenta   sugestões   consideradas   básicas,   o   que   não 
impede que outras referências sejam utilizadas para a elaboração da Prova.
3.4.1.2   AMABIS,   J.   M.,   MARTHO,   G.   R.   Biologia.   São   Paulo:   Moderna,   2006.   3 
volumes.
3.4.1.3   HICKMAN,   C.P.   J.,   ROBERTS,   L.   S.,   LARSON,   A.   Princípios   integrados   de 
zoologia. 11. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
3.4.1.4 JUNQUEIRA, L. C., CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11° ed., Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, , 2007.
3.4.1.5 JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 8 ed.,  Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
3.4.1.6 LOPES, S. G. B. C. Bio . São Paulo: Saraiva, 2006. 3 volumes.
3.4.1.7 PELCZAR  JR., M.J., CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia, Conceitos e 
Aplicações. 2ed. São. Paulo: Makron Books, 1996.
3.4.1.8 RAVEN, P. H., EVERT, R. F. E EICHHORN, S. E. Biologia Vegetal. 7.ed.  Rio de 
Janeiro:  Guanabara Koogan,  2007.
3.4.1.9   VIDAL,   W.   N.,   VIDAL,   M.   R.   R.   Botânica   -   Organografia;   quadros   sinóticos 
ilustrados de fanerógamos. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa. 2000.
3.4.2 PARTE 2: EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO
3.4.2.1 BRASIL. Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei. N.º 9.394, 20  de 
dezembro de 1996. DOU, 23 de dezembro de 1996.
3.4.2.2 ______.Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 
e   os   arts.   39   a   41   da   Lei   nº   9.394,   de   20   de   dezembro   de   1996.   Disponível   em: 
3.4.2.3 ______.Parecer CNE/CEB nº 39/04 DE 08 de dezembro de 2004.  Aplicação do 
Decreto   Federal   nº   5154/2004   na   Educação   Profissional   Técnica   de   Nível   Médio. 
3.4.2.4
_____.Decreto   nº   5.840/2006   Institui   o   PROEJA.   Disponível   em: 
      
 3.4.2.5 CASTRO, A.D.C. & CARVALHO, A.M.P.Ensinar a ensinar. Didática para a 
Escola Fundamental e Média. Editora Cortez,  Rio de Janeiro, 2001.
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3.4.2.6 FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 
Ed. Paz e Terra, São Paulo, 1996.
3.4.2.7 MORIN, E. Os sete saberes necessários a educação do futuro. Rio de Janeiro : 
Cortez, 2000.
3.4.2.8 MORIN, E. A Cabeça Bem Feita. RJ, Bertrand Brasil, 2000.
  
       
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4 DISCIPLINA: EDUCAÇÃO
4.1 CLASSE / NÍVEL: D I / 1
4.2 PERFIL DO PROFISSIONAL:
4.2.1 Licenciatura Plena em Pedagogia com Especialização em Educação.
4.3 PROGRAMA:
4.3.1 Política Educacional no Brasil e Legislação: Educação Básica e Superior:
4.3.1.1 Diretrizes e Bases da Educação Nacional
4.3.1.2 Diretrizes Curriculares do Ensino Médio
4.3.1.3 Diretrizes Curriculares da Educação Profissional de Nível Técnico
4.3.1.4 Educação Profissional Técnica de Nível Médio
4.3.1.5 Educação de Jovens e Adultos
4.3.1.6 Inclusão Social: Construção na diversidade.
4.3.2 Processo ensino-aprendizagem e gestão pedagógica:
4.3.2.1 Projeto político-pedagógico e planejamento de aula 
4.3.2.2 Currículo e didática
4.3.2.3 Avaliação da Aprendizagem
4.3.2.4 O conhecimento e o processo cognitivo
4.3.2.5 Contribuição de Vygotsky à Educação
4.3.3 Educação, filosofia e correntes pedagógicas:
4.3.3.1 Filosofia da educação e visão de sociedade e escola.
4.3.3.2 Concepções pedagógicas 
4.3.3.3 Democracia e educação
4.3.4 Perspectivas da formação docente na atualidade:
4.3.4.1 O saber do professor em seu trabalho
4.3.4.2 A função social do ensino e a concepção sobre os processos de aprendizagem
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4.4 REFERÊNCIAS: 
4.4.1 A relação a seguir apresenta sugestões consideradas básicas, o que não impede 
que outras referências sejam utilizadas para a elaboração da Prova.
4.4.2 BRASIL. Lei nº 9394 de 20 de dezembro de 1996. Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional.  Disponível em: 
4.4.3   ______.   Resolução   CNE/CBE   nº   03/98.   Diretrizes   Curriculares   Nacionais   do 
Ensino Médio. Disponível em: 
4.4.4 ______. Parecer CNE/CEB nº 15/98. Disponível em: 
4.4.5 ______. Resolução CNE/CEB nº 04/99. Diretrizes Curriculares Nacionais para a 
Educação Profissional de Nível Técnico. Disponível em
4.4.6 ______. Parecer CNE/CEB nº 16/99. Disponível em: 
4.4.7 ______. Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e 
os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Disponível em: 
4.4.8 ______.Parecer CNE/CEB nº 39/04 de 08 de dezembro de 2004. Aplicação do 
Decreto   Federal   nº   5154/2004   na   Educação   Profissional   Técnica   de   Nível   Médio. 
4.4.9 ______. Resolução CNE/CEB nº 1, de 03 de fevereiro de 2005. Atualização das 
Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional. 
4.4.10   ______.   Decreto   nº.   5.840/2006   Institui   o   PROEJA.   Disponível   em   : 
4.4.11   ARANHA,   Maria   Lúcia   de   Arruda.   Filosofia   da   educação.   2   ed.   São   Paulo: 
Ciência Moderna, 1996.
 
4.4.12   CARVALHO,   Janete   Magalhães   (Org.).   Diferentes   perspectivas   da   profissão 
docente na atualidade. Vitória: EDUFES, 2002.
4.4.13 FRIGOTTO, Gaudêncio. CIAVATTA, Maria.   RAMOS, M (Org.). Ensino Médio 
integrado: concepções e contradições. São Paulo: Cortez, 2005.
4.4.14   JESUS,   Denise   Meyrelles;   GOBETE,   Girlene.   Formação-intervenção-crítica: 
tecendo   relações   entre   práticas   pedagógicas,   pesquisa   colaborativa,   políticas   públicas   de 
educação
 
e
 
escola
 
inclusiva.
 
Disponível
 
em 
<http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/UNIrev_Jesus_e_Gobete.pdf>
4.4.15 LIBANÊO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
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4.4.16   LUCKESI,   Cipriano   Carlos.   Avaliação   da   Aprendizagem   Escolar:   Estudos   e 
Proposições. 14. Ed. São Paulo: Cortez, 2002.
4.4.17 MOREIRA, Antonio Flávio; SILVA, Tomaz Tadeu da (Org.). Currículo, Cultura e 
Sociedade. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2001.
4.4.18   REGO,   Teresa   Cristina.   Vygotsky:   Uma   perspectiva   histórico-cultural   da 
educação. 3 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1995.
4.4.19 SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. 1 ed. São Paulo: Cortez, 1989.
4.4.20   TARDIF,   Maurice.   Saberes   Docente   e   Formação   Profissional.   Petrópolis: 
Vozes,2002. p 29- 183. 
4.4.21 VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Coordenação do Trabalho Pedagógico: do 
projeto político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. 2 ed. São paulo: Libertad, 2002.
4.4.22   ______.   Planejamento:   Projeto   de   ensino-aprendizagem   e   projeto   político-
pedagógico. 18 ed. São Paulo: Libertad, 2008.
4.4.23 ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998. 
p. 27-51
.
 
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5 DISCIPLINA:
 
HISTÓRIA
5.1 CLASSE / NÍVEL: D I / 1
5.2 PERFIL DO PROFISSIONAL:
5.2.1 Licenciatura Plena em História
5.3 PROGRAMA:
5.3.1 PARTE 1: ESPECÍFICA
A Construção dos Espaços, Fronteiras e Territórios Nacionais.
A relação sociedade / natureza no processo histórico de produção do espaço geográfico 
e econômico; os transportes na construção de redes de circulação espacial da produção e do 
consumo e entre locais de moradia e de trabalho;  o setor de serviços na urbanização e sua 
importância   na  absorção  de  mão-de-obra;   o  capital financeiro  e sua  rede  espacial;  divisão 
internacional   do   trabalho   e   suas   transformações;   fluxos   comerciais   e   financeiros;   as 
transformações do espaço geográfico mundial e a regionalização do mundo atual: as relações 
de   poder   entre   os   países;   processo   de   globalização   da   economia;   os   blocos   político-
econômicos   e   suas   especificidades;   o   papel   do   Estado   e   dos   agentes   internacionais: 
organizações mundiais e grandes conglomerados; as disputas geopolíticas; os conflitos étnicos 
e a questão das nacionalidades:
- O Egito dos faraós
- A pólis grega
- Formação e desagregação do Império Romano
- O Império Carolíngio e o nascimento da Europa
- O renascimento comercial e urbano a partir do século XI
- O Império ultramarino português e a conquista do Novo Mundo
- Confronto entre o mundo europeu e as populações autóctones
- O mundo africano e a construção do espaço negro nas Américas
- A crise do sistema colonial nas Américas
- Da manufatura às máquinas: etapas da Revolução Industrial e da urbanização.
- A estrutura etária da população
- A dinâmica populacional
- O Imperialismo dos séculos XIX e XX e a partilha da África e da Ásia
- Os nacionalismos e as guerras mundiais do século XX
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- As propostas de integração da América Latina: de Bolívar a Chávez
- A hegemonia dos EUA na América Latina e no mundo: de Monroe a Bush
- As transformações sociais, políticas e econômicas do Brasil no século XX.
5.3.2 PARTE 2: EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO
5.3.2.1 Tendências Pedagógicas da Educação Brasileira: perspectivas atuais;
5.3.2.2 Avaliação de aprendizagem;
5.3.2.3  O papel do professor na Educação atual;
5.3.2.4 Saberes necessários à atividade de educar;
5.3.2.5 A atual LDB e as novas possibilidades;
5.3.2.6 Didática e Ensino.
5.4 REFERÊNCIAS: 
5.4.1 PARTE 1: ESPECÍFICA
5.4.1.1 A relação a seguir apresenta sugestões consideradas básicas, o que não 
impede que outras referências sejam utilizadas para a elaboração da Prova.
5.4.1.2 CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a república 
que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
5.4.1.3   FAUSTO,   Boris.   História   Concisa   do   Brasil.   São   Paulo:   Editora   da   USP   e 
Imprensa Oficial do Estado, 2001.
5.4.1.4 FIGUEIRA, Divalte Garcia. História: São Paulo: Ática, 2005.
5.4.1.5 FLORENTINO, Manolo. Em costas negras: uma história do tráfico de escravos 
entre a África e o Rio de Janeiro – séculos XVIII e XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 
1997.
5.4.1.6 HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos: o breve século XX – 1914-1991. São 
Paulo: Companhia das Letras, 1995.
5.4.1.7 LINHARES, Maria Yedda (org.). História geral do Brasil. 9 ed. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 1990.
5.4.1.8   MOTA,   Myriam   Becho   e   BRAIK,   Patrícia   Ramos.   História:   das   cavernas   ao 
terceiro milênio. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2002.
5.4.1.9 PRADO JUNIOR, Caio. História econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 
1979.
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5.4.1.10 SCHWARCZ, Lilia Moritz (org.). História da vida privada no Brasil: contrastes 
da intimidade contemporânea. Vol. 4. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
5.4.1.11 SKIDMORE, Thomas E. Uma história do Brasil. São Paulo: Paz e Terra, 1998.
5.4.1.12 SEVCENKO, Nicolau. A corrida para o século XXI: no loop da montanha russa. 
São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
5.4.1.13 SOROS, George. A crise do capitalismo: as ameaças aos valores democráticos 
– as soluções para o capitalismo global. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
5.4.1.14 SPOSITO, Maria Encarnação Beltrão. Capitalismo e Urbanização. São Paulo: 
Contexto, 2000.
5.4.1.15   SPOSITO,   Maria   Encarnação   Beltrão   (org.).   Livros   didáticos   de   História   e 
Geografia: avaliação e pesquisa. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2006.
5.4.1.16   TODOROV,   Tzvetan.   A   conquista   da   América.   São   Paulo:   Martins   Fontes, 
1988.
5.4.1.17   WEHLING,   Arno.   Formação   do   Brasil   colonial.   2  ed.  Rio   de   Janeiro:  Nova 
Fronteira, 1999.
5.4.2 PARTE 2: EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO
5.4.2.1 BRASIL. Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei. N.º 9.394, 20  de 
dezembro de 1996. DOU, 23 de dezembro de 1996.
5.4.2.2 ______.Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 
e   os   arts.   39   a   41   da   Lei   nº   9.394,   de   20   de   dezembro   de   1996.   Disponível   em: 
5.4.2.3 ______.Parecer CNE/CEB nº 39/04 DE 08 de dezembro de 2004.  Aplicação do 
Decreto   Federal   nº   5154/2004   na   Educação   Profissional   Técnica   de   Nível   Médio. 
5.4.2.4
_____.Decreto   nº   5.840/2006   Institui   o   PROEJA.   Disponível   em: 
      
 5.4.2.5 CASTRO, A.D.C. & CARVALHO, A.M.P.Ensinar a ensinar. Didática para a 
Escola Fundamental e Média. Editora Cortez,  Rio de Janeiro, 2001.
  
5.4.2.6 FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 
Ed. Paz e Terra, São Paulo, 1996.
5.4.2.7 MORIN, E. Os sete saberes necessários a educação do futuro. Rio de Janeiro : 
Cortez, 2000.
5.4.2.8 MORIN, E. A Cabeça Bem Feita. RJ, Bertrand Brasil, 2000.
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6 DISCIPLINA:
 
INFORMÁTICA
6.1 CLASSE / NÍVEL: D I / 1
6.2 PERFIL DO PROFISSIONAL:
6.2.1   Bacharel   em   Ciência   da   Computação   ou;   Bacharel   em   Engenharia   da 
Computação   ou;   Bacharel   em   Sistemas   de   Informação   ou;   Bacharel   em   Informática   ou; 
Tecnólogo   em   Processamento   de   Dados   ou;   Tecnólogo   em   Análise   de   Sistemas   ou; 
Graduação em qualquer área com Especialização ou Mestrado ou Doutorado na área objeto do 
Concurso.
6.3 PROGRAMA:
6.3.1 PARTE 1: ESPECÍFICA
6.3.1.1 Lógica para Computação
6.3.1.2 Linguagem de Programação – Pascal, C, Java, PHP e ASP.
6.3.1.3 Estrutura de Dados
6.3.1.4 Análise de Sistemas
6.3.1.5 Qualidade de Software
6.3.1.6 Sistemas Operacionais
6.3.1.7 Arquitetura e Organização de Computadores
6.3.1.8 Banco de Dados – SQL
6.3.1.9 Modelagem de Dados
6.3.1.10 Interface com o Usuário
6.3.1.11 Redes de Computadores
6.3.1.12 Sistemas Multimídia – Flash.
6.3.1.13 Computação Gráfica – Software de Desenvolvimento Gráfico.
6.3.2 PARTE 2: EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO
6.3.2.1 Tendências Pedagógicas da Educação Brasileira: perspectivas atuais;
6.3.2.2 Avaliação de aprendizagem;
6.3.2.3 O papel do professor na Educação atual;
6.3.2.4 Saberes necessários à atividade de educar;
6.3.2.5 A atual LDB e as novas possibilidades;
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6.3.2.6 Didática e Ensino.
6.4 REFERÊNCIAS: 
6.4.1 PARTE 1: ESPECÍFICA
6.4.1 A relação a seguir apresenta sugestões consideradas básicas, o que não impede 
que outras referências sejam utilizadas para a elaboração da Prova.
6.4.1.2 ABNT – NBR ISSO/IEC 12119 – Pacotes de software – requisitos de qualidade 
– 1ª Edição – Rio de Janeiro. Ed.ABNT, 1998.
6.4.1.3  ALVES, JOSÉ WILLIAM PEREIRA,  Corel Draw 12 em Português -  Teoria e 
Prática, Erica , 2005
6.4.1.4 AZEVEDO, EDUARDO, Computação Gráfica - Teoria e Prática, Campus , 2003
6.4.1.5  BOENTE,   Alfredo.   Aprendendo   a   Programar   em   Pascal:   Técnicas   de 
Programação. Editora: Brasport, 2003.
6.4.1.6 BRUNEAU, CYRIL; GRANIER, THIBAUT; LEGRAND, DOMINIQUE, Tratamento 
de Imagens com Photoshop, Bookman , 2007
6.4.1.7 CANTU, MARCO, Dominando o Delphi 7 - A Bíblia, Makron Books, 2003.
6.4.1.8 CHIOSSI, THLEMA C. DOS SANTOS , Especificação de Sistemas de Software 
Utilizando Análise e Projeto Estruturados, Unicamp, 2006.
6.4.1.9.  CORTES, M L – Modelos de qualidade de software – 1ª Edição - Campinas. 
Ed. Unicamp. 2001
6.4.1.10.  COUGO,   PAULO,   Modelagem   Conceitual   e   Projeto   de   Bancos   de   Dados, 
Campus
6.4.1.11 DAMAS, LUÍS, Linguagem C - 10ª Edição, Ltc, 2007.
6.4.1.12 DATE, C. J., Introdução a Sistemas de Bancos de Dados - 8 Edição, Campus , 
2004.
6.4.1.13 DENNIS, ALAN; WIXOM, BARBARA HALEY, Análise e Projeto de Sistemas - 
2ª Ed., Ltc,  2005.
6.4.1.14  DIAS,   ADILSON   DE   SOUZA,   Delphi   -   Bancos  de   Dados   com  Sql,   Ciência 
Moderna , 2000
6.4.1.15 DROZDEK, ADAM, Estrutura de Dados e Algoritmos em C++, Thomson, 2002
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6.4.1.16  EPSTEIN,   Richard   L.;  CARNIELLI,   Walter.  Computabilidade,   funções 
computáveis, lógica e os Fundamentos da Matemática. São Paulo: Unesp, 2006.
6.4.1.17  ERICO   TAVARES   DE   MATTOS,   Programacao   De   Softwares   Em   Java, 
Digerati, 2007
6.4.1.18 FARRER, Harry. Pascal estruturado 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.  
6.4.1.19 HENNESSY, JOHN L.; PATTERSON, DAVID A., Arquitetura de Computadores, 
Campus, 2003.
6.4.1.20 HEUSER, Carlos A. Projeto de banco de dados. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 
2004.
6.4.1.21  HUBBARD, John R. Programação em C++. 2. ed. Editora: Bookman, 2003. 
Coleção: SCHAUM.
6.4.1.22 ISAIAS CAMILO BORATTI, Programacao Orientada A Objetos Usando Delphi, 
Visual Books, 2007.
6.4.1.23 MACHADO,  SILVANA  ROCHA  BRANDÃO;  MELUL,  MARYSE,  Computação 
Gráfica em Escritórios de Projetos Informatizados, Brasport , 2005
6.4.1.24  MAIA,   LUIZ   PAULO;   MACHADO,   FRANCIS   BERENGER,  Arquitetura   de 
Sistemas Operacionais - 4ª Ed. Ltc, 2007.
6.4.1.25  MANZANO,   José   Augusto   Navarro   Garcia;   OLIVEIRA,   Jayr   Figueiredo   de. 
Algoritmos:   lógica   para   desenvolvimento   de   programação   de   computadores.   18.   ed.     São 
Paulo:  Érica,  2004.
6.4.1.26 MINASI, M. SEGREDOS DE PROJETOS DE INTERFACE GRÁFICA COM O 
USUÁRIO. ED. IBPI PRESS, 1994.
6.4.1.27 MIZRAHI, VICTORINE VIVIANE, Treinamento em Linguagem C++ - Módulo 1 
e 2 - 2ª Edição, Makron Books, 2006.
6.4.1.28 NIVIO, ZIVIANI -
 
Projeto de Algorítmos: com Implementações em Pascal e C – 
2 Ed – Thomson Learning – 2004
6.4.1.29 ORBELLONE, André Luiz Villar;  EBERSPACHER, Henri Frederico.  Lógica de 
programação. 3. ed. São Paulo:  Pearson Prentice Hall,  2006.
6.4.1.30 PREISS, Bruno R. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: Campus, 
2001.
6.4.1.31 PRIMO, LANE, Adobe Photoshop - Cs2 em Português - Col. P. D., Erica , 2005
6.4.1.32  RANGEL, ALEXANDRE,  Mysql - Projeto, Modelagem e Desenvolvimento de 
Banco de Dados, Alta Books , 2004.
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6.4.1.33 SILBERSCHATZ, ABRAHAM; KORTH, HENRY F.; S. SUDARSHAN, Sistema 
de Banco de Dados, Campus, 2002.
6.4.1.34 SILVA, FLÁVIO SOARES CORRÊA DA; FINGER, MARCELO; DE MELO, ANA 
CRISTINA VIEIRA. Lógica para Computação. São Paulo: Thomson 2006
6.4.1.35 STARLIN, GORKI,  Redes de Computadores/comunicação de Dados Tcp/ip - 
Conceitos, Protocolos e Uso, Alta Books , 2004.
6.4.1.36 TAFNER, MALCON A.; CORREIA, CARLOS, Análise Orientada a Objetos - 2ª 
Ed., Visual Books , 2006.
6.4.1.37  TAMASSIA,   ROBERTO;   GOODRICH,   MICHAEL   T.,  Estruturas   de   Dados   e 
Algoritmos em Java - 4ª Ed., Bookman, 2007
6.4.1.38  TANENBAUM, ANDREW S.,  Redes de Computadores - 4ª Edição, Campus, 
2003
6.4.1.39  TANENBAUM,   ANDREW   S.,   Sistemas   Operacionais   Modernos   -   2ª   Edição 
Prentice Hall (pearson), 2007
6.4.1.40 VAREJÃO, FLÁVIO, Linguagens de Programação, Campus, 2004
6.4.1.41 VINCENT, KIM, HOMENS E MÁQUINAS, EDIOURO (RJ) , 2005
6.4.1.42  WAZLAWICK,   RAUL,   Análise   e   Projetos   de   Sistemas   de   Informação 
Orientados a Objetos, Campus, 2004
6.4.1.43 WEBER, RAUL FERNANDO, Arquitetura de Computadores Pessoais - 2ª Ed., 
Sagra-dc Luzzatto, 2003.
6.4.2 PARTE 2: EDUCAÇÃO/LEGISLAÇÃO
6.4.2.1 BRASIL. Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei. N.º 9.394, 20  de 
dezembro de 1996. DOU, 23 de dezembro de 1996.
6.4.2.2 ______.Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 
e   os   arts.   39   a   41   da   Lei   nº   9.394,   de   20   de   dezembro   de   1996.   Disponível   em: 
6.4.2.3 ______.Parecer CNE/CEB nº 39/04 DE 08 de dezembro de 2004.  Aplicação do 
Decreto   Federal   nº   5154/2004   na   Educação   Profissional   Técnica   de   Nível   Médio. 
6.4.2.4
_____.Decreto   nº   5.840/2006   Institui   o   PROEJA.   Disponível   em: 
      
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 6.4.2.5 CASTRO, A.D.C. & CARVALHO, A.M.P.Ensinar a ensinar. Didática para a 
Escola Fundamental e Média. Editora Cortez,  Rio de Janeiro, 2001.
  
6.4.2.6 FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 
Ed. Paz e Terra, São Paulo, 1996.
6.4.2.7 MORIN, E. Os sete saberes necessários a educação do futuro. Rio de Janeiro : 
Cortez, 2000.
6.4.2.8 MORIN, E. A Cabeça Bem Feita. RJ, Bertrand Brasil, 2000.
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EDITAL Nº. 01/2009
ANEXO III
CRONOGRAMA DO CONCURSO PÚBLICO
ETAPA / ATIVIDADE
DATA / HORÁRIO DE 
REALIZAÇÃO
LOCAL
Publicação do Edital
24 /05/2009
Jornal de grande circulação
25/05/2009
Diário Oficial da União e no sítio 
Período das Inscrições
de 25/05/2009 até às 
23h59min do dia 08/06/2009.
No sítio: 
Solicitação de Isenção da Taxa 
de Inscrição
25 a 31/05/2009
No sítio: 
, 
constante na ficha inscrição.
Homologação da Isenção da 
Taxa de Inscrição
05/06/2009
No sítio: 
Prazo Final para Entrega / 
Envio de Documentação – 
Inscrição 
10/06/2009
******
Homologação das Inscrições
22/06/2009
No sítio: 
 e no 
mural de avisos do IFES – 
Campus de Alegre.
Prova Escrita
05/07/2009, de 7h30min às 
11h30min.
IFES – Campus de Alegre
Entrega de Documentação 
para Prova de Títulos
05/07/2009, das 9h30min até 
1 hora após o término oficial 
da Prova Escrita.
IFES – Campus de Alegre
Divulgação do Gabarito Oficial 
da Prova Escrita
06/07/2009
No sítio:  
  e no 
mural   de   avisos   do   IFES   – 
Campus de Alegre.
Resultado da Prova Escrita
07/07/2009
No sítio:  
  e no 
mural   de   avisos   do   IFES   – 
Campus de Alegre.
Período para Recursos sobre 
Formulações de Questões da 
Prova Escrita
08 e 09/07/2009, das 
7h30min às 11h30min e de 
12h30min às 16h30min.
Setor   de   Protocolo   do   IFES   – 
Campus de Alegre
Resultado dos Recursos sobre 
a Formulação da Prova Escrita
14/07/2009
No sítio:  
  e no 
mural   de   avisos   do   IFES   – 
Campus de Alegre.
Resultado da Prova Escrita – 
após Análise dos Recursos
15/07/2009
No sítio:  
  e no 
mural   de   avisos   do   IFES   – 
Campus de Alegre.
Divulgação da Data, Horário e 
Local do Sorteio de Pontos 
para a Prova de Desempenho 
Didático
15/07/2009
No sítio:  
  e no 
mural   de   avisos   do   IFES   – 
Campus de Alegre.
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ETAPA / ATIVIDADE
DATA / HORÁRIO DE 
REALIZAÇÃO
LOCAL
*Prova de Desempenho 
Didático-Pedagógico
17 e 18/07/2009
IFES – Campus de Alegre
Divulgação do Resultado da 
Prova de Desempenho 
Didático-Pedagógico e da 
Prova de Títulos
22/07/2009
No sítio:  
  e no 
mural   de   avisos   do   IFES   – 
Campus de Alegre.
Divulgação do Resultado Final
24/07/2009
No sítio:  
  e no 
mural   de   avisos   do   IFES   – 
Campus de Alegre.
Homologação do Resultado 
Final
27/07/2009
Diário Oficial da União.
*O   período   da   Prova   de   Desempenho   Didático   Pedagógico   poderá   ser   estendido   em   função   do   número   de 
candidatos habilitados.
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ANEXO IV
DECLARAÇÃO
Eu,
candidato(a) inscrito(a) no Concurso Público, objeto do Edital nº. 01/2009, sob o nº.: 
DECLARO,   para   fins   de   isenção   da   taxa   de   inscrição   no   referido   processo   seletivo,   em 
conformidade com o Decreto nº. 6.593/2008, que sou  membro de “família de baixa renda”
nos termos descritos no Decreto nº. 6.135/2007.
Por  ser  expressão da verdade, firmo  e assino a presente para que a mesma produza seus 
efeitos legais e de direito.
___________________________, ______ de _________________ de 2009.
LOCAL
DATA
ASSINATURA
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ANEXO V
REQUERIMENTO DE PONTUAÇÀO DA PROVA DE TÍTULOS
Eu,
candidato(a) inscrito(a) no Concurso Público, objeto do Edital nº. 01/2009, sob o nº.: 
Venho REQUERER pontuação na Prova de Títulos de que trata o item 10 do Edital nº. 01/2009, 
conforme relação anexa, levando em conta a seguinte tabulação:
Titulação e Experiência Profissional
Pontos
Máximo
A. Doutorado na área (substitutiva e não cumulativa à pontuação obti-
da com o título de mestrado).
22,00
22,00
B. Mestrado na área (substitutiva e não cumulativa à pontuação obtida 
com o título de especialização).
10,00
10,00
C. Especialização na área (carga horária mínima de 360 h).
2,00
2,00
D. Exercício profissional de magistério em curso de nível médio, técnico ou 
superior (limitado aos últimos dez anos).
0,50*
4,00
E. Publicação de livro, autoria ou co-autoria, que possua ISBN, relaciona-
do a área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos).
3,00
3,00
F. Publicação de artigo científico em revista ou periódico especializado, ou 
coautoria  de  capítulo  de livro  que  possua   ISBN,  ambos relacionados   à 
área de conhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos)**
2,00
10,00
G. Publicação de resumo expandido em anais de eventos científicos naci-
onais ou internacionais relacionados à área de conhecimento pleiteada (li-
mitado aos últimos cinco anos).
0,20
2,00
H. Participação em congressos ou simpósios relacionados à área de co-
nhecimento pleiteada (limitado aos últimos cinco anos).
0,50
1,00
I. Aprovação em Concurso Público para cargo privativo da área de forma-
ção.
2,00
2,00
J. Registro de patente.
3,00
6,00
* Será validado o tempo correspondente a 1 (um) semestre completo, desprezadas as frações de meses e dias.
** Considerar-se-á o artigo ou capítulo de livro que se encontre no PRELO (já na editora, em processo de edição e impressão).
___________________________, ______ de _________________ de 2009.
LOCAL
DATA
ASSINATURA
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ANEXO VI
RELAÇÃO DE TÍTULOS
NOME DO CANDIDATO:
Nº. DE INSCRIÇÃO:
DOCUMENTO OFICIAL DE IDENTIDADE:
NÚMERO
DATA DE EMISSÃO
ÓRGÃO EXPEDIDOR
DISCIPLINA:
ORDEM
TÍTULO
OBSERVAÇÃO
___________________________, ______ de _________________ de 2009.
LOCAL
DATA
ASSINATURA
Para uso da Comissão:
Quantidade de Anexos:
Visto
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇAO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO
CAMPUS DE ALEGRE
EDITAL Nº. 01/2009
ANEXO VII
FORMULÁRIO PARA RECURSO.
NOME DO CANDIDATO:
Nº DE INSCRIÇÃO:
DOCUMENTO OFICIAL DE IDENTIDADE:
NÚMERO
DATA DE EMISSÃO
ÓRGÃO EXPEDIDOR
DISCIPLINA:
QUESTÃO(ÕES):
FUNDAMENTAÇÃO E ARGUMENTAÇÃO LÓGICA:
___________________________, ______ de _________________ de 2009.
LOCAL
DATA
ASSINATURA
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