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MODELO DE RESUMO MANILDO

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MODELO DE RESUMO 
FOSFATASES E ESTERASES DE LIMNOPERNA FORTUNEI (MEXILHÃO DOURADO) 
EM PRESENÇA DE MICROCYSTIS  AERUGINOSA 
Manildo M. Oliveira
1,2
, Eduardo S. Silva
2
,
 
Priscila C. Bastos
5
,  Savio H. Calazans
3
, Flavio C. Fernandes
3
Maria Helena C. Baeta Neves
3
, Moacelio V. Silva Filho
4
, Vera L. F. Cunha Bastos
&  Jayme Cunha Bastos
2
  
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense Campus Cabo Frio 
2
 Departamento de Bioquímica –Universidade do Estado do Rio de Janeiro 
3
 Departamento de Oceanografia – Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira 
4
Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana,  ENSP-Fundação Oswaldo Cruz, Rio de 
Janeiro RJ, Brazil 
Universidade Veiga de Almeida – Campus Cabo Frio 
E-mail contact: mmoliveira@iff.edu.br/manildomo@ig,com.br 
RESUMO  
Florações  tóxicas  de  cianobactérias  são  registradas  em  mananciais  de  água  doce  ao  redor  do  mundo  e  os 
efeitos  destes  eventos  em  ambientes  onde  ocorrem  populações  de  organismos  filtradores  envolvem  uma 
abordagem  específica  relacionada  a  possível  bioacumulação  destas  toxinas  e  posterior  transferência  na 
cadeia trófica. Em experimento realizado no Departamento de Oceanografia do Instituto de Estudos do Mar 
Almirante Paulo Moreira mexilhões da espécie Limnoperna fortunae foram expostos a quatro concentrações 
diferentes de células de Microcystis aeruginosa (cepa NPLJ-4). Analisamos alterações em algumas enzimas 
do  mexilhão  bem  como  acumulação  de  microcistinas  durante  o  experimento.  Após  48h  de  experimento 
realizou-se  contagem  de  células  e  foram  ensaiadas  fosfatases  totais  e  esterases  (carboxilesterase  e 
acetilcolinesterase).  Todas  as  enzimas  foram  obtidas  de  fração  solúvel  do  mexilhão  foram  inibidas:  as 
fosfatases totais foram inibidas 90% da atividade específica, as atividades específicas de carboxilesterase e 
de  acetilcolineterase  foram  inibidas  50%  em  relação  ao  controle.  Os  mexilhões  expostos  as  concentrações 
mais  altas  (5140000  e  2570000  células/mL)  acumularam  microcistina.  Ensaios  in  vitro  com  extratos  de 
microcistina obtidos da Cepa NPLJ-4 e extratos polares desta mesma cepa, indicam que a microcistina e o 
inibidor  polar  são  responsáveis  pelas  inibições  encontradas  em  fosfatases  e  esterases,  respectivamente.    O 
IC-50 para as esterases foram 5.53 x 10-3 (colinesterase) e 5,17 x 10-3M (carboxilesterase) em presença de 
eserina indicando que estas enzimas são semelhantes às de outras espécies de moluscos. Estas inibições de 
esterase in vivo que foram atribuídas a fração mais polar obtida da semipurificação do extrato liofilizado de 
M.  aeruginosa  (cepa  NPLJ-4)  configuram  um  importante  resultado  sobre  os  efeitos  da  exposição  de 
organismos aquáticos à Microcystis aeruginosa. 
Palavras-chaves: Limnoperna fortunae- enzimas – microcistina 
Área: Toxicologia Ambiental 
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